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esportes

triathlon na hípica


No último sábado aconteceu na Sociedade Hípica Paulista o 1º Triathlon de Revezamento. Com regras não muito claras, equipes de três atletas se dedicaram a nadar 500m. correr 3.000m. e trotar uma distância que eu não entendi.
Para simplificar, me concentrei em obter o melhor tempo na natação, e pela primeira vez, desde que participo dos biathlon da Hípica, completei a prova conforme planejado, dentro do tempo estimado, que foi de 11 minuto e 33 segundos.
Na foto, à esquerda meu companheiro de vela, rallye e natação, Mario Sacconi, à direita nosso amigo Jan.

é isso, por fernando stickel [ 12:44 ]

rallye – resultados


Mario Sacconi e eu em Campos do Jordão.


Mesmo sem o hodômetro, que quebrou logo no início da prova, Mario Sacconi, meu navegador e eu ficamos em 12º lugar no Rallye de Campos do Jordão, 72º Raid do MG Club do Brasil com a fabulosa Mercedes-Benz 280SL 1970.


A máquina!

é isso, por fernando stickel [ 8:14 ]

rallye campos

Rallye Campos do Jordão do MG Club, completado com perfeição na Mercedes-Benz 280SL 1970. Mario Sacconi, meu navegador e eu contornamos a quebra do hodômetro e fomos até o final sem mais nenhum problema.
Percorrer sem sobressaltos cerca de 600 km, em um carro que acaba de sair de um processo de restauro que durou cerca de três anos, é um prazer indescritível. Escutar o barulho redondo do motor, que ainda está amaciando, os engates precisos do câmbio, os freios eficientes, o painel onde tudo funciona é a cereja do bolo!

é isso, por fernando stickel [ 12:47 ]

larica

piscina
O cabalístico/palindrômico 11/11/11 já passou, a única lembrança numérica do dia de ontem foram os 2.000 metros que nadei logo cedo, que acabaram por provocar à noite uma larica gigantesca, combatida a vigorosas colheradas de sorvete…

é isso, por fernando stickel [ 9:36 ]

hípica de santo amaro


O Clube Hípico de Santo Amaro tem uma impressionante estrutura destinada ao hipismo, já os outros esportes sofrem, digamos assim, de estarem parados no tempo…
(photos by instagram)

é isso, por fernando stickel [ 19:00 ]

resultados oficiais


A máquina!


Anisio Campos e Mario Sacconi

Os resultados oficiais do Rallye Track Day Fazenda Capuava – 71º Raid MG Club do Brasil – 24 Setembro 2011

Rallye de Regularidade

9º – Fernando Stickel e Mario Vicente Sacconi – 298 pontos perdidos

Flying Lap

1º – Heinz Jurgen Halle Nº 32 – 1:45.114 – Prototipo Spyder

2º – Carlos Pelayo Nº 4 – 1:47.599 – Prototipo Lotus

3º – Fernando Stickel Nº 28 – 1:47.898 – Porsche Boxster S

4º – Antonio Carlos C. Porto Filho Nº 26 – 1:48.379 – Ferrari 575M Maranello

5º – Sergio Comolatti Nº 23 – 1:49.543 – Ferrari Challenge Stradale

é isso, por fernando stickel [ 11:37 ]

rallye – track day

capuava
Rallye Track Day Fazenda Capuava – 71º Raid MG Club do Brasil – 24 Setembro 2011

Preparei o Porsche Boxster S na véspera, lavei, abasteci com Podium, calibrei os pneus e adesivei no capricho.

Separei as instruções do MG Club, capacete, óculos escuros, máquina fotográfica, boné, etc… Já que a previsão de tempo era frio e chuva, adicionei capa e agasalho.

Às sete da manhã do sábado peguei meu co-piloto Mario Sacconi em sua casa no Brooklin, entramos na marginal do Pinheiros e rumamos para o interior pela Rodovia dos Bandeirantes.
No km88 da rodovia para Viracopos, na região de Indaiatuba, entramos na Fazenda Capuava, do falecido Alcides (Cidão) Diniz, que lá construiu um autódromo particular para andar com seus carros de corrida e levar os amigos. Hoje a pista é muito requisitada por eventos de todos os tipos, lançamentos de automóveis, test-drives, motocicletas, etc… ao ponto do Richard, diretor da prova, comentar que é cada dia mais difícil reservar uma data no autódromo…

O local é lindo, sair de São Paulo é sempre bom, encontramos tempo cinza e fresco, melhor que sol aberto.
Aberta a pista para os primeiros treinos tento me acostumar com as borboletas do câmbio PDK de sete marchas (Porsche Doppelkupplung), o carro comporta-se como um kart, simplesmente gruda no asfalto e apresenta comportamento neutro. As voltas se sucedem, vou me acostumando com a máquina e a pista, treino também em baixas velocidades constantes, pois haverá uma rápida prova de regularidade.

O importante mesmo é o “Flying Lap” que ocorre depois do almoço com pista livre e cronometrada para os carros modernos.
Aí é que a coisa pega.
A pista é muito travada, de baixa velocidade, cheia de curvas apertadas, subidas e descidas, com uma única reta, muito gostosa de andar.

O meu carro:
Porsche Boxster S 310hp 6 opostos 1300kg Rel. peso/potência 4,19kg/hp

Os meus concorrentes diretos:
Ferrari Challenge Stradale 425hp V8 1300kg Rel. peso/potência 3,05kg/hp
Ferrari 575M Maranello 515hp V12 1700kg Rel. peso/potência 3,30kg/hp
Mercedes-Benz C43 AMG 306hp V8 1500kg Rel. peso/potência 4,90kg/hp

Os concorrentes “hors-concours”, carros de competição, pneus slick, chegaram e sairam do evento em cima de plataformas, não conheço suas especificações.
Protótipo Lotus
Protótipo Spyder

Me peguei com o Spyder e com a C43, a adrenalina correu solta e até uma escapada na entrada da reta eu dei…
A cada trrês ou quatro voltas uma parada nos boxes para consultar meu tempo, acabei por abandonar as borboletas e adotar o modo Sport Plus automático do câmbio, desligando o controle de tração.
E foi assim que saboreei uma vitória muito especial, deixando todos para trás, a menos dos protótipos.
O “especial” da vitória refere-se específicamente às Ferraris, carros muito superiores ao Boxster e que comeram a minha poeira!!!!!

Para completar, o comentário sobre a performance do Boxster, que me enviou meu amigo Edu Prado:

“Já li em varios testes de jornalistas que o Cayman é o melhor Porsche de todos, é um Boxster com capota que ajuda na rigidez e na aerodinâmica, com isso dá para ver q o Boxster é melhor que muitas versões dos 911 novos.
Pelo que já li a Porsche não pode dar muita força para os Boxsters e Caymans para não queimar a venda dos 911, que são o ganha pão, vendem mais caro e dão maior lucro.”

é isso, por fernando stickel [ 10:34 ]

aprendizado na regata

Mario Sacconi e eu obtivemos resultado que não foi dos piores no 41º Campeonato Sul Brasileiro Classe Snipe 2011, em Santos, considerando a total falta de treinos e os acidentes que ocorreram.
Na primeira regata rompeu-se um cabo e pegamos o último lugar, 36º, nas outras duas chegamos em 21º, classificação geral 28º.
Em compensação aprendi a desvirar um snipe sem bolina, algo que dá um trabalho fdp!!!!!!!!!
Veja os resultados aqui.

é isso, por fernando stickel [ 8:27 ]

itapema, guarujá

navio1
Lembranças de Itapema, bairro de Vicente de Carvalho no Guarujá vieram à minha memória nestes dias de regata em Santos.

O Clube Internacional de Regatas fica em situação geográfica similar aos estaleiro que eu visitava com meu avô Arthur Stickel, ambos no canal de Santos, o clube mais perto da ponta da praia de Santos e do mar aberto, e o estaleiro mais perto do estuário e do porto, ambos em situação privilegiada para observar o movimento dos navios.

Era um dos programas que eu mais adorava fazer, acompanhar a construção do barco de pesca do meu avô. O transporte da casa na Praia do Guarujá até Itapema era sempre o mesmo, o Dodge 1946 “Fluid drive” preto, meu avô tinha uma barriga digamos assim, “sólida”, e ao entrar no carro o volume abdominal se encrencava com a direção, para facilitar a relação entre ambos, meu avô prendia uma flanela amarela na bermuda caqui, que servia para “azeitar” a relação barriga/direção.

Ao chegar próximo ao estaleiro, passávamos por ruas estreitas de terra, e as crianças que já conheciam aquele carro corriam ao lado gritando “Papai-Noel, Papai-Noel”!!!! pois meu avô tinha um cavanhaque branco, era gordo, portanto era o próprio…

No centro do estaleiro, rodeado de pedaços de madeira de todos os tipos ficava o barco em construção, a cada visita eu compreendia melhor como a coisa crescia, a estrutura principal da quilha, depois as cavernas, o berço do motor, o casco.

Finalmente as peças que mais me excitavam, a abertura da caixa de madeira que trouxe o motor diesel monocilíndrico diesel Skandia da Suécia, o enorme tanque de combustível de mais de 100 litros de diesel, o leme, as ferragens, a âncora…


Muitos anos depois o barco foi vendido para um amigo, Edu Prado, que reformou-o e colocou uma “cabine”.

é isso, por fernando stickel [ 13:59 ]

regata?

reg1
Hoje é o último dia de regata do 41º Campeonato Sul Brasileiro Classe Snipe 2011.
Ontem, por falta de vento, as três regatas programadas foram canceladas.
Frustrante.
Hoje amanhece meio frio, cinza, previsão de pouco vento, daqui a pouco descemos Mario Sacconi, meu timoneiro e eu para Santos. O corpo começa a se acostumar ao castigo, é sempre assim, quando termina a regata você está com o físico pronto para começar…

é isso, por fernando stickel [ 9:13 ]

snipe – insistindo!!!!!

41º Campeonato Sul Brasileiro Classe Snipe 2011

Sede Náutica do Clube Internacional de Regatas

7, 8, 9 e 10 de Setembro

Vocês sabem o que é exaustão física extrema?
Eu acho que sei, depois de dois dias de regata não muito bem sucedida até agora…
Ontem, primeiro dia, só de treinos, entramos na água por volta das 15:30, navegamos atá as 16:00 quando um defeito em uma roldana travou todo o sistema de controle da vela mestra do snipe, uma coisa provoca outra e acabamos virando, bem no meio da rota dos navios que entram e saem do porto de Santos.
Rompeu-se a trava que segura a bolina, e ficamos sem a dita cuja.
Mesmo se conseguissemos desvirar o barco, sem a bolina é impossível navegar.
Por sorte haviam outros competidores por perto que vieram nos ajudar, a coisa funciona assim: Mario Sacconi, meu timoneiro, e eu pedurados em uma escota, fazemos peso para desvirar o barco, quando a vela chega à superfície da água, alguém dos outros barcos pega a ponta do mastro que aflorou e dá um empurrão para cima, para completar a operação.
Só que isso se repete uma, duas, três, cinco vezes, você escorrega, bate no barco, vai ficando fraco e com frio, cada tentativa é mais difícil que a anterior…
Finalmente com o barco desvirado, um dos voluntários que nos ajudava saiu do barco dele e entrou no nosso tão rápidamente que parecia ter “andado sobre as águas”, e nos ajudou a baixar as velas e preparar um cabo para reboque.
Chegamos no clube simplesmente exaustos… Chegando em São Paulo ir ao YCSA para emprestar uma bolina, a coisa foi longe…

Acordar hoje cheios de dores, driblando desastres de trânsito, tentar chegar cedo ao clube para consertar os estragos. Saímos em cima da hora, chegamos na raia exatamente na hora… UFA!!!!! Eis que, a dois minutos da largada se rompe um cabo… Novamente um perereco, a correria da improvização, conseguimos largar com cerca de 4 minutos de atraso, no primeiro contravento, tudo bem, conseguimos deixar três competidores para trás, na segunda bóia, tudo OK, aí o cabo esgarçou. Não deu mais, tivemos de desistir. Chegando em São Paulo passamos na Regatta, compramos tudo necessário, e amanhã cedo de volta à luta!!!!!!!

é isso, por fernando stickel [ 22:10 ]

fabiana murer

fabiana-murer-
Foto Jung Yeon-Je/AFP
Parabéns para minha amiga Fabiana Murer, que conquistou nesta terça-feira a medalha de ouro na prova do salto com vara no Mundial de Atletismo de Daegu, com a marca de 4,85 metros em sua primeira tentativa, e se tornou a primeira atleta do Brasil a alcançar o lugar mais alto do pódio na história da competição.
Parabéns para o meu amigo Elson Miranda, treinador e marido da Fabiana, pelo magnífico trabalho!
Vejam aqui o histórico da Fabiana no blog.
São essas coisas que dão alegria de ser brasileiro!

é isso, por fernando stickel [ 19:57 ]

porsche

Finalmente fotos do Porsche 911 Carrera 1975 feitas por um profissional!
No Rallye 1000 Milhas Históricas Brasileiras, fotos de Doni Castilho.

é isso, por fernando stickel [ 18:01 ]

rallye 1000 milhas


Em pleno rallye.


Em Campos do Jordão, aguardando a largada do rallye noturno.


A chegada em São Paulo no domingo.


Recebendo as medalhas do Luis Cezar, Diretor de Prova, grande responsável pelo sucesso da competição.

Participei nos últimos dias 2,3,4 e 5 de Junho do Rallye 1000 milhas Históricas Brasileiras, realizado pela primeira vez no Brasil pelo MG Club do Brasil, com regras da FIA e supervisão da “Fédération Internationale des Véhicules Anciens” – FIVA
Eu e meu navegador Mario Sacconi percorremos cerca de 1.700 km entre São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, as cidades de pernoite foram Angra dos Reis, Tiradentes e Campos do Jordão.
A máquina que nos levou neste passeio incrível foi um velho conhecido de vocês, o Porsche 911 Carrera 1975, motor 2,7 litros, 210hp, que passou com louvor em seu primeiro grande teste após período de três anos de restauro de motor, câmbio, suspensão, freios, etc…

Chegamos em 22º lugar na geral (51 inscritos) e 14º lugar na categoria (24 inscritos) com 6.350 pontos perdidos e 20 pc zerados. O carro se comportou perfeitamente, apresentando apenas mal contato nas luzes ao final do rallye. Chegando em SP descobri que um dos coxins do motor se soltou pela vibração. Só.

Descobri ainda que as estradas de Minas estão muito melhores que as de São Paulo, e que existem inúmeras belezas naturais que não conhecemos simplesmente por falta de andar por este mundão afora.

Além dos prazeres da competição, e dos deliciosos “rachas” em trechos de deslocamento, conheci várias pessoas interessantes, dei muitas risadas com “causos”, recebi ajuda inesperada, etc… etc…Mario, meu navegador e eu fomos nos ajustando durante o percurso, ao ponto de zerarmos todos os PC no último trecho.

A dupla formada pelo piloto Rogério Franz e o navegador Mario Nardi a bordo de um Triumph TR4 1962, venceram a primeira edição do Rallye 1000 Milhas Históricas Brasileiras. Rogério e Mario completaram a prova com 73 pontos perdidos e 59 pc’s zerados.
A segunda colocação ficou com Henrique Thielmann e Lucas Larivoir, com Mercedes-Benz 500SL 1980, com 102 pontos, enquanto Julio Berriel e Vera Nonaka, com Mercedes-Benz 350SL 1973, terminaram em terceiro lugar, com 104 pontos.

é isso, por fernando stickel [ 10:30 ]

um dia é da caça…


Não é sempre que se ganha.
Ontem Mario Sacconi, meu timoneiro e eu fomos velejar na Raia 3 da represa de Guarapiranga, fica em frente ao Clube de Campo, tem uma aparência meio desolada, esquisita.
Dia cinza, frio, vento forte, largada da regata precisamente às 14:00h
Com vento inconstante, mudando toda a hora de direção e muito lixo na represa, o esporte perde um pouco a graça, pois a sujeira agarra na bolina e no leme, nos obrigando a parar para limpar inúmeras vezes, lá pelas tantas em uma manobra desastrada para limpar a bolina, meu dedo anular da mão esquerda ficou preso na bagunça, foi sangue para todo o lado.
Neste cenário, a equipe perdeu o foco, completamos a regata em 4º lugar e juramos nunca mais voltar à Raia 3…
Acabar uma regata com o corpo moído é normal, quando há prazer passa até desapercebido, agora moído, ferido e sem prazer é triste…

A lição aprendida com o episódio: Pare tudo, faça a limpeza, volte a velejar. Parece simples, né? Mas é preciso muita clareza para agir assim.

é isso, por fernando stickel [ 10:27 ]

porsche day

Meu filho Antonio e eu fomos ontem, 19 Março 2011, à 30ª Edição do Porsche Driving School em Interlagos com o Porsche Boxster 2007.
Eu havia participado de duas edições deste evento em 2007, Abril e Novembro com o Carrera 1975, inclusive em rallye de regularidade.

O sábado se apresentou cinza, garoa fina, quase frio, pista umida, por vezes chuva. No meio da tarde, segundos antes de entrar para a terceira sessão de treinos, tudo foi cancelado por conta das péssimas condições da pista.

A minha impressão sobre o Boxster pilotado em condições extremas é que trata-se de um carro muito sofisticado para este tipo de uso, a parafernália eletrônica de controle de tração, ABS, etc… te isola um pouco da realidade da pista, tanto assim que lá pelas tantas eu perdi totalmente o freio, passei por aquela péssima sensação de apertar o pedal e ele ir bem suavemente até o fundo, sem acontecer nada…
Além disso só usei a quinta marcha do câmbio de 6 marchas no finalzinho da reta dos boxes, segundos antes de iniciar a frenagem.

A sensação de pilotar o Carrera 75 é mais visceral, mais próxima da pista, seu câmbio de cinco marchas é usado integralmente.

Meus melhores tempos na Categoria F – Boxster S e Cayman S, foram de 2:10:709 na Primeira Bateria, com a pista umida, e de 2:21:269 na Segunda Bateria, com a pista muito escorregadia. Não me senti seguro a avançar os limites da aderência, pois o Boxster, de motor central, não “avisa” o limite de aderência, como o 911 de motor traseiro.

é isso, por fernando stickel [ 11:05 ]

o repasto do guerreiro

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O repasto do guerreiro…
Depois de quase um dia inteiro em Interlagos, com duas sessões de treinos, uma sob garoa e outra sob chuva, o cansaço se instalou e só um belo bife e uma garrafa de vinho ao lado do meu amor para resolver a questão…

é isso, por fernando stickel [ 22:02 ]

boxster s 2007


Esta fera de motor central de 6 cilindros opostos, 3,4 litros, 295hp e câmbio de 6 marchas chama-se Porsche Boxster S, e amanhã cedinho estará na pista de Interlagos, no evento Porsche Day.
Será seu primeiro contato com as competições automobilísticas, e para não haver surpresas a máquina passou hoje por uma verificação geral, alinhamento, pressão dos pneus, etc…

é isso, por fernando stickel [ 20:54 ]