
Na exposição do Baravelli no Espaço Fundação Stickel, o arquiteto Roberto Aflalo (Pepe), Baravelli, e Helo Alcantara Machado, que está escrevendo um livro com os depoimentos de todos os alunos da Escola Brasil:
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22 de setembro de 2005
emporio siriuba

Minha irmã Sylvia e sua sócia Cenia (responsáveis pelo primeiro restaurante Cheiro Verde na Al. Franca) inauguraram seu “Emporio Siriuba”, com produtos orgânicos, café e rotisserie também na Al. Franca 1590.
No mesmo local abrirá em 13/9/2005 a exposição “Himalayas – Campos de Paz em Campos Minados” com fotos de Franklin Nolla e aquarelas de Nando Rocco, com apoio da Fundação Stickel.

é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]
20 de junho de 2005
joão pedrosa


O convite, foto Beto Riginik
Quarta-feira, 22/6/05 às 19:00h participarei de uma exposição coletiva de fotógrafos, na Galeria do João Pedrosa, Al. Franca 1558:
Foto Atual 1985 – 2005
É a primeira vez que exponho fotos (uma só, a galeria é mínima) mas estou muito excitado com a novidade.
é isso, por fernando stickel [ 17:57 ]
5 de maio de 2005
corpos pintados

Fernando Alterio entrou no vácuo do Edemar e sua Brasil Connects para ocupar a Oca do Ibirapuera com a exposição Corpos Pintados.
Se a tentativa vingar, e meu chará colocar uma equipe do mesmo padrão do Edemar, acho que poderemos ter bons resultados.
Quanto ao Banco Santos e as estrepolias financeiras do Edemar já conhecemos bastante bem o que vai acontecer:
Sumiço por um tempo, depois que tudo esfriar ele volta aos holofotes e fodam-se os trouxas que aplicaram no banco dele… o que não quer dizer que a Brasil Connects não vá deixar saudades pelo excelente trabalho que fez.
é isso, por fernando stickel [ 9:26 ]
16 de abril de 2005
milton machado
Me lembrava bem da obra mais antiga do Milton Machado, cujo trabalho sempre admirei, dentro de uma área próxima ao Waltercio Caldas,, utilizando em seus trabalhos palavras e conceitos com maestria e elegância cabalística.
Esta exposição do Milton Machado no Instituto Tomie Ohtake reavivou em mim, no entanto, a crítica que faço ao crescente uso da fotografia pelos artistas plásticos, que em sua grande maioria acabam DILUINDO seus trabalhos pelo uso desta técnica.
Faltou nesta exposição o “punch” no estômago, aquela sensação inequívoca de surpresa, prazer, curiosidade e, sobretudo, estranheza, que se obtém quando se está na frente de uma grande obra de arte, e que obtive nos trabalhos mais antigos do Milton, assim como venho obtendo na obra do Waltercio, por exemplo.
Não que eu seja contra a técnica. Já fui, mas não sou mais, e cito excelentes artistas plásticos trabalhando com fotografia:
Allan Sekula e Candida Höfer, artistas cujo trabalho conheci na Dokumenta 11, Axel Hütte, Caio Reisewitz, Rochelle Costi.
Fui à vernissage no ITO no dia 2/3/05, haviam poucas pessoas, talvez pelo fato do artista ser carioca, e o toque engraçado da exposição ficou por conta da presença contrastante de meia dúzia de intelectuais e 3 ou 4 senhoras finas que nadam de bóia na sociedade Harmonia de Tênis…
é isso, por fernando stickel [ 16:21 ]
13 de outubro de 2004
joaquim marques

Este é o fotógrafo Joaquim Marques, em visita que fiz ao estúdio dele em 12 Agosto 2004.
Ele é meu primo, amigo, e está com câncer do pulmão, hospedado na UTI do Hospital Oswaldo Cruz. Pensem nele positivamente. Alguns chamam isso de oração, outros de reza, o nome não importa, o importante é fazer, para que ele se recupere logo.
Joaquim Marques
1950 São Paulo
1968 Criado no bairro de Higienópolis, ganhou a primeira câmera fotográfica de sua mãe, uma Pentax 35mm e começou a fotografar inspirado nos fotógrafos Maureen Bisilliat, Sarah Moon e Otto Stupakoff.
1970 / 2004 Escola de fotografia Enfoco com o mestre Cláudio Kubrusly, São Paulo
Zone Sistem Zé de Bone
Escola de Arte Carlos Fajardo
1971 Iniciou sua carreira profissional como free-lancer no grupo O Estado de São Paulo e Grupo Abril.
1973 Inaugurou seu primeiro estúdio no bairro do Bexiga, atendendo várias contas na área da publicidade como: Metal Leve, Massey-Ferguson, Grupo Santista, Pirelli, Nossa Caixa, Sabesp, Ford, Acrilex, Bordon, Brinquedos Estrela entre outras.
1996 Inaugurou seu segundo estúdio, agora no bairro Alto da Lapa, atendendo novas contas entre elas Carrefour, Shell, Linhas Corrente, Sadia, Perdigão, Pênalti, Balanças Toledo, Laboratório Roche, Tintas Coral, Niasi Cosméticos, Davene, Bauducco, Cica, Etti, Novartis.
2004 Há 33 anos atuando como profissional, do branco e preto ao digital, convivendo desde cedo com diretores de arte, artistas plásticos, freqüentando exposições, atelier e casa dos artistas e amigos como: Geraldo de Barros, Carlos Fajardo, Fernando Stickel, Boi e Dudi Maia Rosa.
Matizes do Tempo
Há um ano, o fotógrafo Joaquim Marques desenvolve a pesquisa Matizes do Tempo. O trabalho, que reúne cerca de 1000 imagens, registra o passar do tempo nas folhas de uma bananeira. Joaquim percebe e capta o movimento do estático, ou seja, o que seria para um observador comum mais um pé de banana, para o fotógrafo, é o objeto de estudo sobre a inconstância do tempo do olhar.
No período de 40 minutos, três vezes ao dia, a lente atenta do fotógrafo captou o desenho do vento e da luz no seu objeto estático. Como resultado, podemos perceber a tecnologia do tempo e a sistematização do olhar – experiência trazida da publicidade.
As imagens registradas por uma câmera digital em macro fotografia nos transportam para as probabilidades do acaso sobre seu objeto e existência. Pode-se dizer que estas fotos pretendem sim ser o registro da presença da inércia na medição do tempo, uma desconstrução gravada através de luz e que nos fornece abstração dos espectros físicos: os seus fractais.
O registro do jogo de luz e sombra é preciso. As fotos mostram as transparências e o aspecto metalizado das folhas expostas ao sol. E assim, isoladas de seu contexto, as imagens são paisagens a serem desbravadas, um infinito dinâmico de possibilidades. Na verdade, o artista não está à procura do congelamento da imagem, muito pelo contrário, sua busca é pelo movimento, pelo impulso vital.
Vera Café
A proposta da exposição:
Este trabalho está dividido em duas fases. A primeira, como foi descrita acima, reúne1000 imagens, das quais apenas três fotos foram selecionadas para a exposição. Nesta pré-edição, Joaquim Marques elabora a defasagem visual do tempo. Para captar estes instantes efêmeros, utilizou tecnologia digital, mas sua metodologia e raciocínio foram artesanais.
Tamanho:
66 x 100 cm – Emolduradas em passepartout e assinadas no canto inferior direito pelo artista e P/A no canto inferior esquerdo
Obs.: serão imagens digitais de alta resolução gráfica
(Parte destas imagens já estão sendo apresentadas no www.fotolog.net/joannamaria)
A segunda fase do projeto está em andamento e trará imagens do crescimento vegetal, das plantações, das colheitas, do transporte até o beneficiamento da banana. Neste momento, completa-se o ciclo da natureza viva do seu objeto e a sua generosidade tropical alimentícia.
Além da exposição, tem-se o objetivo de reunir as imagens da primeira e segunda fase desta pesquisa em um livro de arte, para fazer assim, o registro efêmero do lirismo metalingüística implicado no ciclo de vida e morte do objeto e seu campo de observação.
Joaquim Marques
é isso, por fernando stickel [ 19:27 ]
15 de maio de 2004
picasso na oca

Acabo de voltar de uma visita com meu filho à exposição Picasso na Oca. Você entra nesta maravilha e pela mesma porta você entra no PRIMEIRÍSSIMO MUNDO.
Do lado de for a ficam as ridículas arrogâncias nacionalistas contra o NYT, ficam os buracos das ruas de São Paulo que na semana semana passada destruiram pela terceira vez o pneu e suspensão do meu carro, enfim, do lado de fora fica tudo que é de quinta categoria, e as verdadeiras razões para termos orgulho florescem.
Sim, a montagem é impecável, o tamanho é adequado (nem muito grande nem acanhada), as crianças se divertem num labirinto super engenhoso, a didática seleção de trabalhos emociona, iluminação perfeita. Quem ainda não foi, NÃO PERCA, e a BrasilConnects mais uma vez está de parabéns. E devo confessar que morri de inveja, porque Picasso é bom mesmo, vai pintar bem assim lá na…
é isso, por fernando stickel [ 13:39 ]
7 de fevereiro de 2004
cassio & fernando

Los dos amigos em exposição no Gabinete de Arte Raquel Arnaud
é isso, por fernando stickel [ 22:51 ]
8 de janeiro de 2004
mala para o SP 450

Terminei hoje o trabalho da mala para o SP 450
Raríssimas vezes um trabalho meu teve começo meio e fim tão rápido, tão redondo e com resultado tão bom.
Os acidentes de percurso, que sempre acontecem, foram para o bem, e o trabalho acabou super bem. Fico contente porque é uma maneira auspiciosa de iniciar o ano. A foto é de um detalhe, quem quiser ver o todo depois eu dou as dicas de dia e hora da exposição…
é isso, por fernando stickel [ 19:20 ]
24 de outubro de 2003
domingo à tarde

Domingo à tarde, meu filho Arthur na exposição do Cassio Michalany.
é isso, por fernando stickel [ 0:30 ]
11 de outubro de 2003
atração por são paulo

O poder de atração de São Paulo: O que será?
As minhas visitas de sábado ao moldureiro tem sido muito interessantes, e muitas delas, como hoje, com chuva.
Na ida, ainda intoxicado pela beleza de Buenos Aires, me perguntava o que nos fascina em São Paulo, e fui fotografando trechos banais da cidade, para depois tentar achar alguma pista do magnetismo paulistano.
Após os assuntos moldurísticos parei no Centro Universitário Maria Antonia, e aí visitando a exposição do artista argentino Marcelo Brodsky, me veio a idéia de fotografar lugares hoje banais, mas que já carregaram, e de certa forma ainda carregam parte significativa de nossa história.
Por exemplo, nesta hoje inofensiva calçada defronte à sede do 2º Exército no Ibirapuera quase fui preso em 1969. Voltava eu tranquilo para casa em meu fusquinha, lá pelas 11 da noite e entrei na área do exército a uns 60 km/h sem me dar conta do perigo que corria.
Quando percebi, um batalhão de milicos avançava na minha direção, armas e lanternas em riste, me obrigando a parar. Me retiraram do carro, me revistaram, revistaram o carro minuciosamente, e enquanto isso faziam piadinhas a meu respeito, me provocando, eu, gelado, com as mãos em cima do carro nem olhava para os lados. Depois de uma aflita meia hora me liberaram.
Nesta esquina da R. Tutóia, um amigo meu que serviu na PE, lotado no DOI CODI ficou inúmeras vezes nesta guarita, enquanto lá dentro ocorreram coisas que hoje sabemos, mas que ele até hoje se recusa, compreensivelmente, a comentar.
é isso, por fernando stickel [ 14:02 ]
27 de setembro de 2003
expo guto lacaz

Exposição do Guto Lacaz, 30 de Setembro às 20:00 h, na Val de Almeida Junior, R. Artur de Azevedo 613.
Copiado do Dudi:
Essa ilustração do Guto me lembrou uma aula em que o Fajardo, explicando a arte para os alunos, pegou uma caixa de fósforo, tirou um palito e disse – esse é o artista, a caixa com os palitos dentro é o público e riscou o fósforo na lixa que seria o trabalho. O palito incendiou, e ele revelando , falou – a arte é assim!








