Gente, este vídeo hilário tem alguns lances grosseiros, mas tenho certeza que eles se tornam irrelevantes perto da grande sacanagem que é o logo da Copa 2014.
Vejam logo antes que os poderosos de plantão o retirem do ar…
Gente, este vídeo hilário tem alguns lances grosseiros, mas tenho certeza que eles se tornam irrelevantes perto da grande sacanagem que é o logo da Copa 2014.
Vejam logo antes que os poderosos de plantão o retirem do ar…
Fundação Stickel e Subprefeitura Freguesia/Brasilândia convidam para exposição:
PRESENÇA – FOTÓGRAFO JUAN ESTEVES
quinta-feira, 15 de julho, às 14:00h
Casa de Cultura da Brasilândia
Praça Benedicta Cavalheiro, s/n São Paulo SP
Em frente ao Colégio João Solimeo
São Paulo SP
Contato: fone: 3083-2811 com Roberta ou pelo e-mail: roberta@fundacaostickel.org.br
Realização: Fundação Stickel e Subprefeitura Freguesia/Brasilândia
Patrocínio: Fundação Stickel
A Fundação Stickel acaba de ser selecionada pelo Instituto HSBC Solidariedade para receber R$ 25.000 em Projetos de Geração de Renda para Comunidades 2010.
A Fundação concorreu com outros 190 projetos, e foi uma das 10 selecionadas.
O valor será utilizado na Padaria Comunitária (negócios inclusivos para a geração de renda) que criaremos no Jardim Damasceno, distrito Brasilândia, Zona Norte de São Paulo.
O fato é duplamente importante, porque é o primeiro resultado de nossos esforços para Captação de Recursos, e porque se originou de edital público.
A madrinha do nosso projeto é a funcionária do HSBC Carla Fernanda dos Santos Mariano, da Agência Alphaville, SP.
É UMA PORCARIA!
A minha primeira especialização profissional foi na área do design gráfico.
Ainda estudante de arquitetura, cerca de 1970/71 fiz estágio na Forminform, do designer Ruben Martins (1929-1968), escritório que posteriormente passou a se chamar Desenhvolve. O escritório ficava na R. Barata Ribeiro, perto da minha casa na R. dos Franceses. Nesta época meus mestres foram Paulo Jorge Pedreira de Cequeira (1945- 1995) May Suplicy (1943-2005) e Celia Beatriz Monte. Fiz também estágios na Gráfica Furest, que ficava na R. Augusta e Fotolitos Bosatelli.
Nesta época o design era a minha religião, quando viajei à Europa em 1969 fiz questão de visitar o estúdio do designer Roberto Sambonnet em Milão, e em São Paulo visitei o estúdio do designer Alexandre Wollner.
Mais tarde trabalhei no escritório Cauduro Martino e em 1977 abri em sociedade com Norberto Chamma nosso escritório chamado und, do qual me desliguei em 1981 para me dedicar integralmente às artes plásticas.
O design gráfico, no entanto, é um ofício do qual você não se despe, e não se despede… No meu caso continua sendo a minha “religião”, o último trabalho que participei foi o logotipo da Fundação Stickel, em parceria com Iris Di Ciommo.
Contei a historinha acima apenas para me qualificar a criticar a “marca” da Copa 2014, algo que Alexandre Wollner fez com maestria, leia AQUI.
Eis a “comissão de notáveis” que aprovou o logo monstrengo:
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, o secretário-executivo da Fifa, Jérôme Valcke, o arquiteto Oscar Niemeyer, o escritor Paulo Coelho, a cantora Ivete Sangalo, a modelo Gisele Bündchen e o designer Hans Donner -, que escolheram entre opções sugeridas por várias agências.
Eu não gosto, sinceramente, que a Copa 2014 comece assim, mas é impossível não criticar esta coisa medonha!
Leia o que Juca Kfouri informa sobre isso AQUI.
R. Barata Ribeiro 116, onde ficava o escritório de design
Paulo Jorge Pedreira de Cerqueira (1945-1995)
É, a ficha deve ter caído…
(é claro que os advogados dele agora vão fazer todo aquele carnaval, que ele precisa de cuidados especiais, etc… Simplesmente patético.)
Fui durante muitos anos cliente de um lava-rápido da Rede Lavabem na Av. Santo Amaro, quase esquina com R. Fiandeiras, o serviço era bom, os atendentes já me conheciam e formavam uma equipe coesa e eficiente.
Certa feita encontrei em um sábado de manhã o Rubens Apovian, dono da Rede Lavabem, ajudando na lavagem e conversei com ele, contando das minhas experiências similares no Auto Posto Interlaken, e mesmo sobre sua filha artista plástica Cristina Apovian.
Evidentemente que como empresário bem sucedido o Rubens sabia o valor de dar o exemplo e mostrar à equipe o seu cuidado e envolvimento, estando lá pessoalmente no “chão de fábrica”.
O estabelecimento mudou de dono e agora chama-se Lava-Já, e estive lá este sábado para lavar o Porsche. As instalações físicas não mudaram, mas a mão de obra, que desastre!!!!!!!!
Nenhum dos funcionários demonstrou prazer naquilo que fazia, passavam mecânicamente os esguichos, escovas e panos, sem capricho, sem atenção a detalhe, sem vontade, sem prazer.
A coisa é tão lenta e irritante que dá vontade de tomar o pano da mão do infeliz e fazer você mesmo!
O problema da mão de obra e do treinamento se torna a cada dia mais grave no Brasil, mesmo em empregos de baixa qualificação como estes. Nas áreas técnicas então nem se fala, os empresários caçam desesperadamente os raros funcionários qualificados.
Minha mãe Martha, na santa paz de Campos do Jordão.
Agora que começam as férias de Julho me lembrei de um episódio curioso, ocorrido por volta de 2004, quando eu ainda dava aulas de desenho de observação no meu estúdio da Vila Olímpia.
Fui contratado por uma família para dar aulas durante as férias para várias meninas, idades de 11 a 16, em um grupo fechado.
Expliquei que 11 anos era fora do meu público, que pela minha experiência a idade mínima para este tipo de aula seria de 13 anos, mas como era um grupo de irmãs e primas deveria dar certo.
Muito bem. Iniciei as aulas, tudo correu bem, até o dia em que passei lição de casa e pedi para que observassem em casa, ou no caminho de casa algo que lhes chamasse a atenção e depois me relatassem.
Foi difícil fazer com que elas entendessem “algo que lhes chamasse a atenção”, enfim, passada a lição de casa veio na próxima aula o resultado. Uma observou uma árvore, a outra uma peça de arte, assim por diante, até que veio a resposta:
– O meu Bulgari!
Esta menina trazia no pulso um relógio Bulgari, eu pedi para ela tirá-lo, peguei-o, pedi para que ela o examinasse em detalhe e perguntei:
– O que você reparou de especial no seu relógio?
– É um Bulgari!!!
– Sim, mas ele é especial porque? Tem uma cor, um desenho, formato, o tipo de números, qual a particularidade que lhe chamou a atenção?
– Uai, é um Bulgari!
Tentei, mas foi impossível explicar que o simples fato de algo ter uma assinatura de grife não torna este objeto necessáriamente especial. Minha aluna encerrou o curso de férias sabendo desenhar, mas não conseguiu se despir do preconceito.
Sim, ontem me permiti brincar em um dia normal de semana.
Brincar com duas coisas deliciosas, meu neto Samuel que eu não via há quarenta dias…
… e o Porsche 911 Carrera 1975 que mais uma vez renasce de suas próprias cinzas.
A mãe Fernanda, Samuel e a bisavó Martha, em um dia glorioso de sol e céu azul, em uma viagem perfeita para Campos do Jordão.
Meu amigo Arthur Wolkovier e sua esposa Dina se envolveram com sucesso nos trabalhos para a reconstrução de São Luis do Paraitinga, processo para o qual eu acabei também contribuindo.
Agora, sensibilizado pelas tragédias no Nordeste, Arthur volta à carga:
“Caros amigos,
A ajuda que demos a São Luís do Paraitinga, com a participação de todos vocês, foi uma experiência inesquecível!
E agora, como ficar impassível diante desta tragédia no Nordeste?
Mais uma vez não fazer nada começou a nos incomodar e começamos a pesquisar o que fazer.
Tomamos conhecimento que o Estado de São Paulo enviou um contingente da Defesa Cívil para o Estado de Alagoas. Ligamos para o Tenente Niglia, que foi o coordenador da defesa civil em São Luis do Paraitinga, pessoa com quem convivemos os três meses em que frequentamos a cidade e com quem desenvolvemos uma relação de amizade e confiança. Qual não foi nossa surpresa ao saber que era ele quem estava coordenando os trabalhos da defesa civil, no município de Branquinho, em Alagoas, quase que totalmente arrasado com as cheias do Rio Mandaú.
Conversamos muito sobre a situção e percebemos que não poderíamos fugir a este desafio. Ouvir de viva voz a calamidade que se abateu sobre essa comunidade, nos tomou de emoção e do senso dever.
Na quarta feira da próxima semana, Dina e eu iremos a Branquinho, a 67km de Maceió e ficaremos pela região de 5 a 7 dias. Faremos o levantamento das necessidades do municipio acompanhados pelo tenente e sua equipe e pela prefeita Ana Renata. Serão feitas as primeiras compras mais necessárias, pois já contamos com quinze mil reias em doações.
Para dar sequencia a esse trabalho sem a nossa presença, contamos com a ajuda de um voluntário, Anibal Veloso, funcionário do HSBC de Maceió, ligado ao Instituto HSBC Solideriedade, do qual a partir de março deste ano, passei a integrar seu Conselho Consultivo. Assim, uma pessoa da nossa inteira confiança e comprometda com ações sociais, estará a cargo de fiscalizar as compras e a distribuição dos produtos necessários. Temos a convicção que dessa maneira, como fizemos da primeira vez, seus recursos serão muito bem aproveitados.
Na nossa volta enviaremos mais detalhes sobre a situação.
Se quiserem ajudar, mandem sua contribuição para:
Arthur Wolkovier – Banco Itaú – Ag. 3741 – cc. 42481-0 – cpf: 063.213.308-25
Um abraço a todos,
Arthur”
Este eu garanto!!!!!
Do mirante do Iate Clube do Rio do Janeiro – Sede Cabo Frio se vê esta minúscula baía, o Forte de São Mateus do Cabo Frio, e ao longe a cidade (melhor vista assim, de perto é a coisa mais cafona que já vi…)
Cercados por milhares de aves marítimas, os pescadores artesanais sobrevivem no pedaço…
O Gaúcho chegou na zona e disse prá china:
– Quanto tu cobra?
– 100 pila.
– Muito caro….tá louca? Muito caro!
– Então 50 pila.
– Não, não…. eu só tenho 12.
– É muito pouco… por isso eu não dou.
– Então eu te dou 12 pila e o celular.
A gata pensou, pensou e disse:
– Topo.
Foram para o quarto e deram uma senhora de uma transada…
O gaúcho levantou, botou as bombachas e deu os 12 pila prá china, que falou:
– E o celular?
Anota aí… 9614-3228
Enquanto isso, meu neto Samuel observa o por-do-sol.
Aroeira
Brasil derrotado, Dunga demitido, vergonha total, e ninguém fala sobre os principais culpados?
Ricardo Teixeira e sua gang, no poder do futebol brasileiro há quantas décadas??!!
A continuar assim, preparem-se, a Seleção Brasileira, que valoriza fama, ufanismo vazio e segredo, em detrimento do trabalho, criatividade e inteligência, vai perder em casa em 2014.
Ao menos eu e o Juca Kfouri continuaremos a tomar chá de cadeira, esperando pela queda do Ricardo Teixeira.
Mario Sacconi, meu timoneiro, e eu sairemos daqui a pouco para pegar o veleiro, já devidamente instalado na carreta e viajar para Cabo Frio. Teremos regatas amanhã (depois do jogo) sábado e domingo.
Torçam por nós!!!!