
Meus avós maternos, Maria Elisa (Lili) e Ernesto Diederichsen, em Campos do Jordão, cerca de 1943. Minha mãe continua garimpando e organizando as fotos da família, vai precisar ainda de muito esforço de restauro, etc.. mas os resultados começam a aparecer.
família
25 de julho de 2007
diederichsen
é isso, por fernando stickel [ 12:27 ]
16 de julho de 2007
cisv

A Jade, mãe do meu filho Arthur, recebeu neste fim de semana na casa dela três meninos do intercâmbio CISV, da esq. para a direita, Vida, sueco, Lorenzo, italiano, Jade, Carlos, salvadorenho e Arthur.
No domingo fomos todos andar de bicicleta no Parque Villa Lobos, depois almoço, depois shopping, depois cinema, depois jantar, ufa!!!
é isso, por fernando stickel [ 10:32 ]
21 de junho de 2007
ernesto diederichsen

Sandra e eu vamos dar um pulinho ali na esquina, té já!
Fiquem com meu avô Ernesto Diederichsen, nascido a 19/9/1877 e falecido a 20/10/1949. Na foto de 1902 ele está com 25 anos de idade. Lindinho, né?
Por incrível que pareça, tenho lembrança dele se inclinando para mim, provávelmente eu estava no berço, com um ano de idade!
Minha mãe anda se dedicando a arrumar as fotos da família, e está desenterrando umas maravilhas, aos poucos irei mostrando.
é isso, por fernando stickel [ 11:26 ]
16 de junho de 2007
ananias
Ananias é um motorista de taxi gordo, desleixado, fumante e folgado. Seu filho nerd de 12 anos só pensa em videogame e chama-se Felizbento.
Arthur, meu filho fez o Ananias e eu fiz o Felizbento, numa rapidíssima peça de teatro hoje na Escola Viva, como parte das apresentações do final de semestre.
é isso, por fernando stickel [ 13:25 ]
22 de maio de 2007
na casa dos avós
Este YouTube é fantástico!
Depois que aprendi a fazer o upload, que é super simples, descobri guardado lá no meu I Photo este vídeo que o meu filho Arthur fez em 31 Agosto 2003, passeando pela casa dos meus pais, e fazendo talvez o único registro em vídeo do meu pai Erico João Siriuba Stickel.
A narração é feita, ainda com voz de criança, pelo próprio Arthur, hoje adolescente…
é isso, por fernando stickel [ 10:52 ]
21 de maio de 2007
jogando o buquê
No dia do meu casamento com a Sandra, a noiva joga o buquê!
é isso, por fernando stickel [ 18:09 ]
21 de abril de 2007
participação casamento

Sandra e eu nos casamos em um domingo tranquilo, 12 de Novembro do ano passado, cerimônia simples com o juiz de paz, seguida de um almoço para a família e os padrinhos.
Moramos cada um em sua casa, funciona muito bem desta maneira e acreditamos que em time que está ganhando não se mexe. Por sorte moramos a cinco minutos um do outro, ela em Moema, na Av. Lavandisca, eu na Vila Olímpia, R. Casa do Ator.
Por maior sorte ainda o vizinho dela colocou o apartamento à venda, e eu mediatamente aproveitei a oportunidade de me mudar para “mais perto” da patroa.
Assim que o assunto da aproximação das moradias se encaminhou, enviamos pelo correio na semana passada aos amigos e familiares que não estiveram no nosso minúsculo almoço de comemoração uma participação de casamento, oferecendo as nossas duas casas, uma do lado da outra.
é isso, por fernando stickel [ 9:26 ]
3 de abril de 2007
erico stickel

Erico João Siriuba Stickel 3 Abril 1920 – 25 Dezembro 2004
Fosse vivo meu pai completaria hoje 87 anos.
Esta foto é de Julho 2004, cinco meses antes de seu falecimento. Ele estava ótimo até dois meses antes de nos deixar, apesar do câncer de pâncreas diagnosticado um ano antes.
Talvez essa seja uma das poses mais típicas dele, quieto e lendo.
Saudades…
é isso, por fernando stickel [ 10:13 ]
2 de abril de 2007
kit de sobrevivência

Em 3 Abril 1992 Erico, meu pai completou 72 anos, e preparei para ele um “Kit de sobrevivência” para os próximos 72 anos.
Acompanhava um “Manual de Instruções Ilustrado” de 15 páginas.
Entre outros objetos que compunham o “kit” havia fio-de-prumo, lanterna, espelho, abridor de latas…
é isso, por fernando stickel [ 9:38 ]
1 de abril de 2007
arthur e a bicicleta

Arthur, meu filho caçula me mostrou que o mundo mudou. Quando ele era pequeno, digamos 4 ou 5 anos de idade, tentei ensiná-lo a andar de bicicleta, sem sucesso.
Minha experiência com meus dois filhos mais velhos, Fernanda e Antonio de nada valeu, o Arthur não queria saber da bicicleta, assim como não queria saber da maioria dos esportes e atividades físicas, para minha frustração.
Seu talento desde cedo se voltou para a escrita (foi o primeiro da classe a escrever) e a leitura, e logo em seguida para os vídeo-games. Aprendeu inglês sozinho, a partir dos games…
Em 2007, quando ele tinha 12 anos voltamos a tocar na importância de saber andar de bicicleta, ainda mais em um planeta onde as questões ecológicas e de qualidade de vida entraram definitivamente no nosso dia-a-dia. Em 2006 ele foi à Suécia pelo CISV e viu um país altamente civilizado, com consciência ecológica, cheio de bicicletas, e o assunto foi ficando mais próximo.
Depois de muitas conversas ele acabou decidindo firmemente que queria aprender, e eu assumi com ele o compromisso de ensiná-lo a andar de bicicleta. Fomos ao Parque do Ibirapuera e alugamos uma bicicleta na medida dele no Maisena e fizemos três sessões de cerca de 1 hora cada, em três domingos sucessivos. Nos três dias acordamos cedo para estar no Parque do Ibirapuera na hora da abertura do aluguel das bikes, 9:30h. Não foi fácil, houveram momentos de tensão e quase desistência, até choro, mas juntos chegamos lá! No dia 1 Abril 2007 por volta das 11:00h Arthur andou de bicicleta!

Ele ficou exultante, e eu também. Missão cumprida!!
Se você parar de aprender, você para de viver.
Na sequência acompanhei com um misto de perplexidade, e curiosidade sua adolescência e seu amadurecimento sem o menor interesse pelos carros e pelas máquinas, em flagrante oposição ao pai… Quando completou 18 anos lhe ofereci um carro, como havia feito com os irmãos mais velhos, mas ele declinou.
Ele vive perfeitamente bem sem possuir um carro, anda a pé, de ônibus, metrô, bicicleta, Uber, carona, etc… Assim como ele uma enorme quantidade de jovens também desencanaram do ícone carro.
E, cá entre nós, está cada dia mais chato dirigir, seja nas cidades cheias de buracos e radares, seja nas rodovias com lombadas e mais radares…
Os bons tempos de guiar uma bela máquina sem pensar em multas ficaram definitivamente para trás.
é isso, por fernando stickel [ 16:28 ]
18 de março de 2007
polpettone

Poucas coisas podem ser mais paulistanas que um polpettone no Jardim de Napoli.
Carlos o garçom, ao trocar de paletó deve ter um certo trabalho…
Fui com os dois filhos homens, Antonio e Arthur.
é isso, por fernando stickel [ 17:08 ]
11 de março de 2007
casados e vizinhos

Em time que está ganhando não se mexe, né memo?
É por isso que a Sandra e eu vamos continuar a morar cada um em sua própria casa, só que quando terminar a reforma na Av. Lavandisca, estaremos a poucos metros um do outro, no mesmo andar!!!!
Casados e vizinhos.
é isso, por fernando stickel [ 9:51 ]
11 de fevereiro de 2007
casa nova

Minha filha Fernanda acaba de se mudar para morar sozinha. Hoje foi dia de visitá-la e repetir mil vezes: “Como sua casa está gostosa!!!”
é isso, por fernando stickel [ 20:12 ]
19 de janeiro de 2007
porão escuro

Chegou a hora de entrar no “porão escuro” da casa dos meus pais na R. dos Franceses, esvaziá-lo e exorcizar definitivamente alguns dos meus medos infantis.
Este porão não era esvaziado desde 1915, quado meu avô comprou a casa, ou seja, quase um século!
é isso, por fernando stickel [ 12:17 ]
14 de janeiro de 2007
arthur 12

Meu filho Arthur completa 12 anos no próximo dia 17 Janeiro.
Nenhum de seus amigos usuais estarão em São Paulo na data, então juntaram-se os companheiros de CISV com os quais ele viajou para a Suécia em Julho, por coincidência todos aqui hoje, e fomos comer uma pizza e depois cantar parabéns com bolo, um pouco adiantado, mas melhor assim… quem faz aniversário no meio das férias conhece a sensação…
é isso, por fernando stickel [ 23:05 ]
25 de dezembro de 2006
faleceu josé di ciommo

Em 25 Dezembro 2004 faleceu meu pai, Erico João Siriuba Stickel.
Hoje cedo fui buscar minha mãe para visitar o cemitério quando toca meu celular e a Iris, minha ex-mulher me avisa que nesta madrugada faleceu o pai dela, José Di Ciommo.
Meus três filhos passam a ter dois avôs falecidos no dia de Natal. Curioso, no mínimo.
Sinto uma simbologia de renovação nesta sincronicidade, e nada melhor que esta manhã clara, agradável, silenciosa, de céus azuis e brisa leve para celebração dupla.
No cemitério, penso com carinho no meu pai e no meu sogro.

é isso, por fernando stickel [ 11:34 ]
18 de dezembro de 2006
evento familiar

Flagrante de evento familiar no mínimo, curioso…
é isso, por fernando stickel [ 0:56 ]
11 de dezembro de 2006
porão escuro

Hoje, dia 11 de dezembro, comemora-se o Dia do Engenheiro e do Arquiteto.
Eu comemorei derrubando umas paredes e recuperando o cenário original das minhas brincadeiras de criança. Esta porta leva ao “porão escuro” da casa dos meus pais na Rua dos Franceses, que muito me apavorou naquela época.
