
The Sphere de Fritz Koenig
Sempre me perguntei quantas obras de arte importantes se perderam na tragédia do 9/11, hoje finalmente fiz a pergunta ao ChatGPT.
O número exato é impossível de determinar, mas as estimativas mais aceitas indicam que centenas de obras de arte foram destruídas ou severamente danificadas nos atentados de 11 de setembro de 2001. O prejuízo artístico foi estimado em cerca de US$ 110 milhões, sendo aproximadamente US$ 100 milhões em coleções privadas e US$ 10 milhões em arte pública.
O complexo do World Trade Center abrigava cerca de 100 obras da coleção da Port Authority, além de várias esculturas e instalações públicas monumentais. O escritório da corretora Cantor Fitzgerald, que ocupava os andares 101 a 105 da Torre Norte, possuía uma coleção com cerca de 300 esculturas de Auguste Rodin, quase toda perdida.
Os estúdios do programa artístico World Views, nos andares 91 e 92 da Torre Norte, continham trabalhos de 15 artistas residentes; praticamente toda a produção ali armazenada desapareceu.
O Memorial & Museum do 11 de Setembro afirma que foram perdidas centenas de obras de arte insubstituíveis e quase um milhão de artefatos históricos.
Entre as obras públicas mais importantes destruídas estavam:
• Grande Tapeçaria do World Trade Center — de Joan Miró e Josep Royo.
• Ideogram — escultura de James Rosati.
• Sky Gate, New York — de Louise Nevelson.
• Cloud Fortress (Fortaleza das Nuvens) — de Masayuki Nagare.
• Obras de Alexander Calder, Elyn Zimmerman e outros artistas de renome internacional.

Uma exceção notável foi The Sphere, do escultor alemão Fritz Koenig, obra de 1971 com quase 8 metros de altura e 20 toneladas de peso.
Embora gravemente danificada, a escultura foi recuperada dos escombros e hoje permanece como memorial próximo ao local do antigo World Trade Center.
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