
Minha irmã Sylvia e sua sócia Cenia (responsáveis pelo primeiro restaurante Cheiro Verde) inauguraram seu “Emporio Siriuba”, com produtos orgânicos, café e rotisserie na Al. Franca 1590, tel 3081-4303
No mesmo local exposição “Himalayas” com fotos de Franklin Nolla e aquarelas do Nando Rocco.
As exposições tem o apoio da Fundação Stickel.
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22 de setembro de 2005
emporio siriuba
é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]
13 de setembro de 2005
spencer tunick

Foto de Spencer Tunick, tomada no Parque do Ibirapuera em frente ao prédio da Bienal de São Paulo em 27 Abril 2002. Estou lá, sétima fila de cima pra baixo, quarta coluna da esquerda pra direita..
Foi uma experência interessantíssima, que adorei fazer!
Primeiro o longo processo de tomar a decisão de ser parte de uma obra de arte e para tanto posar nu, depois acordar às 4 da manhã e pedalar da Vila Olímpia até o encontro de todos às 5:30, esperar a melhor luz sob o comando do fotógrafo, e finalmente a hora de se despir das roupas e de todo e qualquer acessório, como óculos, jóias, etc… que deixamos em pequenas pilhas no meio do asfalto, devidamente guardadas por seguranças.
Para minha surpresa tudo se deu com a maior naturalidade entre os pelados, absoluta normalidade. O único constrangimento surgiu por conta de uma multidão de curiosos que se aglomerou para ver o espetáculo.
é isso, por fernando stickel [ 12:00 ]
20 de junho de 2005
joão pedrosa


O convite, foto Beto Riginik
Quarta-feira, 22/6/05 às 19:00h participarei de uma exposição coletiva de fotógrafos, na Galeria do João Pedrosa, Al. Franca 1558:
Foto Atual 1985 – 2005
É a primeira vez que exponho fotos (uma só, a galeria é mínima) mas estou muito excitado com a novidade.
é isso, por fernando stickel [ 17:57 ]
6 de março de 2005
guy bourdin

A Marina, que tem um talento especial para descobrir fotos lindas, apresenta este fotógrafo que eu não conhecia: Guy Bourdin.
é isso, por fernando stickel [ 11:02 ]
25 de outubro de 2004
nem eu mesmo sabia

Meus queridos leitores, nem eu mesmo sabia que este triste episódio do Joaquim Marques iria me envolver de tal maneira. Crescemos juntos, férias em Campos do Jordão, brincadeiras no porão da casa da Joanninha, mãe dele, na Rua Maranhão, Higienópolis, e um pouco mais tarde, curtições fotográficas, incursões ao laboratório fotográfico, sob a mágica luz vermelha.
Ele fotografou o “making-off” do meu casamento com a Maria Alice Kalil em 1971, em seguida fez a foto de apresentação da “und”, meu primeiro estúdio de design.
Depois ficamos redondamente 30 anos afastados, cada um cuidando da sua vida, nos encontrando esporádicamente. O contato se reestabeleceu no Fotolog, onde nos iniciamos no ano passado. Troca de opiniões nas respectivas fotos, longas conversas ao telefone, muitas dicas dele, que mais uma vez mostrou ser um excelente Mestre da arte da fotografia.
A partir do diagnóstico do terrível câncer que acabou por vitimá-lo, fui visitá-lo em seu estúdio algumas vezes, levei meu pai também doente para visitá-lo, conheci um pouco melhor a intimidade daquela “figura”, e no período final de uma semana internado na UTI do Hospital Oswaldo Cruz não arredei o pé.
Em nenhum momento deste incrível sofrimento ele reclamou, mantendo seu bom humor característico até o final.
Exigiu que fosse fotografado na UTI. Enfim, me tocou profundamente.
é isso, por fernando stickel [ 9:48 ]
19 de outubro de 2004
texto do joaquim
Texto do fotógrafo Joaquim Marques, falecido dia 17/10/2004, para Ana Rocha, em 23 julho 2004:
olá!
na verdade trabalhei a vida inteira dentro de um estúdio,
o assunto que gosto e curto é alimentos.
mas também não é o que fazia mais.
eu tinha uma grande capacidade para fotografar e administrar fábricas de fotografia.
trabalhei muito tempo com o carrefour eu cheguei a produzir e gerar uma média de 300 imagens por semana.
isto quer dizer 16hs de trampo de segunda a segunda, dia 24 de dezembro, carnaval, ali não tem dia nem hora.
antes eu fazia avon que não era 300 mas umas 80 eram.
já fiz pão de açucar, eldorado.
este tipo de cliente vc.trabalha por contrato.
estas fotos em geral não tem nada de artísticas, mas não são muitos fotógrafos que sabem fazer fábricas.
a coisa funciona assim de manhã vc.fotografa sapatos femininos com modelos vivos, à tarde frutas, à noite bicicletas de madrugada cosméticos, no dia seguinte queijos de manhã
na hora do almoço o cliente te comunica que os bikines não são para fotografar na piscina mas na praia, e te comunica que a reunião para tratar do tablóide de natal vai ser no mesmo horário em que eu vou estar fotografando uma família feliz fazendo churrasco no jardim.
continuo outra hora,
beijo
joaquim
é isso, por fernando stickel [ 9:42 ]
18 de outubro de 2004
joaquim faleceu

Tirei esta foto dois meses antes do falecimento, Joaquim tinha sido diagnosticado com cancer de pulmão, mas estava bem. Em dois meses a doença o levou…

Joaquim da Cunha Bueno Marques
13/6/1950 – 17/10/1954
Depois de uma semana na UTI, o Joaquim faleceu ontem vítima de um terrível câncer do pulmão.
As homenagens proliferam no Fotolog, comunidade que ele ajudou a criar com suas fotos maravilhosas.
é isso, por fernando stickel [ 12:31 ]
13 de outubro de 2004
joaquim marques

Este é o fotógrafo Joaquim Marques, em visita que fiz ao estúdio dele em 12 Agosto 2004.
Ele é meu primo, amigo, e está com câncer do pulmão, hospedado na UTI do Hospital Oswaldo Cruz. Pensem nele positivamente. Alguns chamam isso de oração, outros de reza, o nome não importa, o importante é fazer, para que ele se recupere logo.
Joaquim Marques
1950 São Paulo
1968 Criado no bairro de Higienópolis, ganhou a primeira câmera fotográfica de sua mãe, uma Pentax 35mm e começou a fotografar inspirado nos fotógrafos Maureen Bisilliat, Sarah Moon e Otto Stupakoff.
1970 / 2004 Escola de fotografia Enfoco com o mestre Cláudio Kubrusly, São Paulo
Zone Sistem Zé de Bone
Escola de Arte Carlos Fajardo
1971 Iniciou sua carreira profissional como free-lancer no grupo O Estado de São Paulo e Grupo Abril.
1973 Inaugurou seu primeiro estúdio no bairro do Bexiga, atendendo várias contas na área da publicidade como: Metal Leve, Massey-Ferguson, Grupo Santista, Pirelli, Nossa Caixa, Sabesp, Ford, Acrilex, Bordon, Brinquedos Estrela entre outras.
1996 Inaugurou seu segundo estúdio, agora no bairro Alto da Lapa, atendendo novas contas entre elas Carrefour, Shell, Linhas Corrente, Sadia, Perdigão, Pênalti, Balanças Toledo, Laboratório Roche, Tintas Coral, Niasi Cosméticos, Davene, Bauducco, Cica, Etti, Novartis.
2004 Há 33 anos atuando como profissional, do branco e preto ao digital, convivendo desde cedo com diretores de arte, artistas plásticos, freqüentando exposições, atelier e casa dos artistas e amigos como: Geraldo de Barros, Carlos Fajardo, Fernando Stickel, Boi e Dudi Maia Rosa.
Matizes do Tempo
Há um ano, o fotógrafo Joaquim Marques desenvolve a pesquisa Matizes do Tempo. O trabalho, que reúne cerca de 1000 imagens, registra o passar do tempo nas folhas de uma bananeira. Joaquim percebe e capta o movimento do estático, ou seja, o que seria para um observador comum mais um pé de banana, para o fotógrafo, é o objeto de estudo sobre a inconstância do tempo do olhar.
No período de 40 minutos, três vezes ao dia, a lente atenta do fotógrafo captou o desenho do vento e da luz no seu objeto estático. Como resultado, podemos perceber a tecnologia do tempo e a sistematização do olhar – experiência trazida da publicidade.
As imagens registradas por uma câmera digital em macro fotografia nos transportam para as probabilidades do acaso sobre seu objeto e existência. Pode-se dizer que estas fotos pretendem sim ser o registro da presença da inércia na medição do tempo, uma desconstrução gravada através de luz e que nos fornece abstração dos espectros físicos: os seus fractais.
O registro do jogo de luz e sombra é preciso. As fotos mostram as transparências e o aspecto metalizado das folhas expostas ao sol. E assim, isoladas de seu contexto, as imagens são paisagens a serem desbravadas, um infinito dinâmico de possibilidades. Na verdade, o artista não está à procura do congelamento da imagem, muito pelo contrário, sua busca é pelo movimento, pelo impulso vital.
Vera Café
A proposta da exposição:
Este trabalho está dividido em duas fases. A primeira, como foi descrita acima, reúne1000 imagens, das quais apenas três fotos foram selecionadas para a exposição. Nesta pré-edição, Joaquim Marques elabora a defasagem visual do tempo. Para captar estes instantes efêmeros, utilizou tecnologia digital, mas sua metodologia e raciocínio foram artesanais.
Tamanho:
66 x 100 cm – Emolduradas em passepartout e assinadas no canto inferior direito pelo artista e P/A no canto inferior esquerdo
Obs.: serão imagens digitais de alta resolução gráfica
(Parte destas imagens já estão sendo apresentadas no www.fotolog.net/joannamaria)
A segunda fase do projeto está em andamento e trará imagens do crescimento vegetal, das plantações, das colheitas, do transporte até o beneficiamento da banana. Neste momento, completa-se o ciclo da natureza viva do seu objeto e a sua generosidade tropical alimentícia.
Além da exposição, tem-se o objetivo de reunir as imagens da primeira e segunda fase desta pesquisa em um livro de arte, para fazer assim, o registro efêmero do lirismo metalingüística implicado no ciclo de vida e morte do objeto e seu campo de observação.
Joaquim Marques
é isso, por fernando stickel [ 19:27 ]
30 de julho de 2004
as dele e as minhas

Esta foto é dele, Joaquim Marques.
Convidei hoje meu primo Joaquim para expor suas fotos junto com as minhas. Acho que existe entre nossas séries recentes de fotos um diálogo interessante. Ambas de foco fechado e cores vibrantes, ele nas bananeiras e folhagens e eu na arquitetura da Vila Olímpia. Vamos ver se esta minha idéia dá certo…
é isso, por fernando stickel [ 0:48 ]
23 de junho de 2004
menos atlético

Tenho sido menos atlético e mais “passeador”.
Ao invés de sair de casa com o objetivo de andar forte, seja no parque ou na esteira da academia do clube, objetivando o aumento dos batimentos cardíacos e seus benefícios cardiovasculares, etc…saio com a câmera na mão e faço longas caminhadas pelo bairro.
Estou conhecendo a Vila Olímpia casa por casa, oficina por oficina, fachada por fachada. Nesta fase de instabilidade lombar tem sido mais gratificante.
é isso, por fernando stickel [ 12:43 ]
15 de junho de 2004
polaroid do abbondio

Polaroid retratando o meu amigo Abbondio, segunda metade dos anos 80. Ao fundo, retrato deste que vos bloga executado por outro amigo e compadre, Cassio Michalany.
é isso, por fernando stickel [ 22:21 ]
10 de junho de 2004
carlos serra

10 de Junho, dia de Portugal. Assim me conta Carlos Serra autor desta linda foto, direto da Terrinha.
é isso, por fernando stickel [ 16:38 ]
10 de junho de 2004
fotos na vila olímpia

Hoje saí pela terceira vez consecutiva andando pelas ruas da Vila Olímpia e fotografando. Acho que estou descobrindo uma coisa que funciona. Os comentários sobre esta série de fotos lá no Fotolog indicam que algo de bom e novo está no ar. Eu estou satisfeito e adorando dar sequência ao trabalho, vamos ver pra que lado vai.
é isso, por fernando stickel [ 14:47 ]
8 de junho de 2004
pela vila olímpia

Andanças pela Vila Olímpia.
é isso, por fernando stickel [ 19:49 ]
28 de maio de 2004
minha irmã

Ana Maria, minha irmã nos anos setenta. Foto do Joaquim Marques.
é isso, por fernando stickel [ 19:14 ]
21 de maio de 2004
lelé chamma e eu

Lelé Chamma e eu em 1977. Foto do Joaquim Marques.
é isso, por fernando stickel [ 20:53 ]
22 de dezembro de 2003
sony cyber-shot

Eu não poderia terminar o ano sem mencionar as profundas modificações que esta maravilhosa câmera introduziu na minha vida, pois para mim, a vida de blogueiro e câmera digital são sinônimos.
Ao contrário de vários colegas blogueiros, que escrevem infinitamente melhor do que eu, minha curtição é eminentemente visual, e quando vou à pena e ao papel, via de regra não me alongo.
Então Dona Sony Cyber-shot DSC-F717, muito obrigado, Bom Natal e Feliz Ano Novo!
