
Foto Bonan Philipp Hugues/Alamo/ABACA
Faleceu Christian Boltanski (1944 – 2021) artista francês.
Estive com meu filho Arthur nesta exposição dele no Grand Palais em Paris, em Janeiro 2010.



Foto Bonan Philipp Hugues/Alamo/ABACA
Faleceu Christian Boltanski (1944 – 2021) artista francês.
Estive com meu filho Arthur nesta exposição dele no Grand Palais em Paris, em Janeiro 2010.



Babinski – História de uma exposição
Na inauguração do Espaço Fundação Stickel na R. Nova Cidade 193, em 23 Março 2019, Bassy Machado, Sandra Pierzchalski, Rosangela Dorazio, Sandra Lourenço e Michele Behar.
Logo depois da inauguração mostrei aquarelas e gravuras de Maciej Babinski da minha coleção para Rosangela Dorazio, que ficou agradavelmente surpresa ao reencontrar o Babinski, pois sua tia Sandra Sousa Lemos havia sido duma das primeiras pessoas a fazer uma exposição do artista em Araguari, MG em 1977, e se interessou em reatar contato com Babinski, iniciando contato com ele.
Fruto destas conversas, na sequência, o filho do artista, Daniel Babinski me contactou dizendo haver produzido um documentário em vídeo inédito sobre seu pai. Tudo isto seria de extremo interesse para a Fundação Stickel, que estava na época negociando a colaboração do curador Agnaldo Farias, desenhava-se assim o início de um trabalho conjunto, com a possibilidade de fazer uma exposição, e para tanto convidei o Agnaldo a visitar Babinski em Várzea Alegre CE, o que fizemos em Julho 2019.
Chegamos na madrugada do dia 9 Julho, após o pouso em Juazeiro do Norte fomos diligentemente conduzidos pelo Tonheiro, taxista que atende o casal Babinski, até Várzea Alegre, onde Lidia e Babinski nos esperavam, gentilíssimos, cerca de 3 horas da manhã!

Logo na manhã de 9 Julho primeira manhã na casa de Babinski, longas conversas com Agnaldo Farias.

Babinski em seu “Museu”. A tela da esquerda selecionamos para a exposição.

O estúdio do artista.

No dia 10 Julho em uma longa reunião de trabalho, Agnaldo e eu selecionamos as 66 aquarelas e 2 pinturas para a exposição.

O curador e o artista.

Ao final do dia, Lidia e Babinski embalam cuidadosamente as aquarelas que traríamos para São Paulo no vôo daquela noite.

De volta a São Paulo Agnaldo começou a escrever o texto do catálogo, e eu chamei Lucas Cruz, professor de fotografia da Fundação Stickel para fotografar as aquarelas. Na sequência foram feitas molduras na Capricho Molduras e contratamos Luciana Facchini para o design gráfico do catálogo. Uma parceria se estabeleceu com Marcelo Guarnieri para a comercialização da exposição, e eu desenvolvi o Projeto Expográfico.

Lidia, Maciej e Daniel Babinski.
Finalmente acertamos com o Daniel a projeção do seu documentário juntamente com a vernissage da exposição e conversa dos curadores com Babinski, também durante a vernissage.

A vernissage no dia 7 Setembro 2019

Em 1989 fiz o projeto de cenografia para um show de rock intitulado “Os órfãos de James Dean” que se realizou no Dama Xoc, casa de espetáculos que ficava na R. Butantã em Pinheiros.

Danceteria Dama Xoc, em Sao Paulo (SP) Foto: Sergio Tomisaki/Folhapress.

Terminado o show de rock, levei para o meu estúdio na R. Ribeirão Claro o enorme disco de madeira que havia sido construído, e fiz sobre ele uma nova pintura.

Cerca de um ano depois, em Maio 1990 sofri uma cirurgia de hérnia do disco, em pleno Plano Collor, e o cirurgião me entregou como lembrança os despojos (remains) da operação em um vidrinho…

Mesmo com a imensa crise provocada pelo Plano Collor resolvi expor meu trabalho na Paulo Figueiredo Galeria de Arte, e homenageei minha intervenção chamando a exposição de HERNIA DISCO.
Apresentei 12 pinturas de grandes dimensões, o disco era a maior, com 4,4 metros… O pequeno frasco com os despojos ficava em um pedestal ao lado da pintura, e provocou muita repulsa…

A exposição na Galeria Paulo Figueiredo.

O disco em sua casa atual, uma fazenda em Tatuei, SP

Convidado a participar do juri de seleção e premiação da II Expo Nacional de Artes de Itajubá – Salão de Artes Pe. Mário Pennock em Itajubá, MG, em 1989, levei o Disco!

Maquetes em escala dos trabalhos.

A finissage da exposição do mestre gravador Evandro Carlos Jardim, “Sobre a trama do tempo” no atelier de Jac Aronis (A Casa dos Passarinhos), ocorreu no sábado 7/3/2020.

A anfitriã Jac Aronis com Paulo Fridman.

Um time de feras!! Evandro Carlos Jardim, Lygia Eluf, Jac Aronis, Claudio Mubarac, curador da mostra e Marco Buti.

As gravuras de Evandro.

O atelier de Jac Aronis

Foto Eduardo Knapp/Folhapress
Faleceu aos 88 anos de idade o grande artista Nelson Leirner.
Conheci o Nelson mil anos atrás, minha irmã Ana Maria trabalhou com ele no final dos anos 70, em uma época em que ele fazia brindes interessantes, com bolas de gude por exemplo…Tive contato mais próximo com ele em 1987, quando fui curador do espaço “Natureza Morta Limitada”, na exposição “A Trama do Gosto, um outro olhar sobre o cotidiano”, que ocupou o prédio da Fundação Bienal de São Paulo no Ibirapuera.
Grande figura, simpático, tranquilo, bom papo… Que vá em paz…
Selecionei para a exposição duas obras do Nelson, uma delas o icônico “Porco”de 1966, coleção da Pinacoteca de São Paulo, que fez grande sucesso!



Interessante que nesta foto aparece ao fundo uma pequena aquarela “Natureza Morta”de minha autoria…

Este foi o outro trabalho do Nelson selecionado, que eu restaurei pessoalmente para poder estar na exposição, mandei refazer a caixa de acrílico que estava quebrada, e comprei as frutas plásticas faltantes…

Visão geral do espaço “Natureza Morta Limitada”, na exposição “A Trama do Gosto, um outro olhar sobre o cotidiano”, que ocupou o prédio da Fundação Bienal de São Paulo no Ibirapuera em 1987.

Além de ser o curador do espaço, realizei também uma instalação com inúmeras garrafas, garrafões, objetos de vidro.

No centro da foto, “O porco” de Nelson Leirner.

Ao fundo uma instalação de Ana Maria Stickel, à esquerda da foto outra instalação que criei, uma mesa de vidro com uma hélice e outros objetos.

Silvia Elboni e sua instalação “Sala vermelha com rosa branca”

Cassio Michalany muda de galeria e abre linda exposição na Galeria Millan

Sandra Pierzchalski, Cassio Michalany, Felipe Cohen e Andre Millan

Socorro de Andrade Lima e Cassio

Mema Rio Branco, Sandra Pierzchalski e Martha Stickel na exposição de Maciej Babinski “Retratos Eriçados” no Espaço Fundação Stickel, com curadoria de Agnaldo Farias e Fernando Stickel.

Dudi Maia Rosa, Lidia e Maciej Babinski.

Helena Carvalhosa e Maciej Babinski.

Feres Khoury, Sandra Pierzchalski, Jimmy e Bolt.

A exposição já estava fechando às 16:00h quando chegou o grande Tomoshigue Kusuno!

O grande artista Maciej Babinski em sua exposição “Retratos Eriçados” no Espaço Fundação Stickel, com curadoria de Agnaldo Farias e Fernando Stickel.

Os grandes Mestres, Evandro Carlos Jardim e Maciej Babinski!

Babinski e Lidia ladeados por Paula e Luis Antonio Nogueira.

Minha mãe Martha com o artista.

Durante minha carreira de arquiteto/artista plástico fiz informalmente inúmeros projetos de artes gráficas, curadoria e expografia, principalmente para amigos como Cassio Michalany e para mim mesmo, e mais recentemente para inúmeras exposições da Fundação Stickel.
No caso da exposição de Maciej Babinski “Retratos Eriçados” no Espaço Fundação Stickel, inaugurada em 7 Setembro 2019, o trabalho exigiu uma postura mais cuidadosa e formal, com levantamento preciso do espaço de exposição, desenhos detalhados, escolha de cor para pintura das paredes, etc…
O interessante neste caso foi a adequação perfeita do primeiro “insight” que tive sobre a montagem da exposição ainda no estúdio do artista em Várzea Alegre CE, na visita que Agnaldo Farias e eu fizemos ao artista, ao espaço real, o que foi confirmado pelo projeto definitivo.


A escolha da cor amarela para as paredes foi uma decorrência da visita ao Ceará, onde a paisagem é quente, assim como os “Retratos Eriçados”…

Finalmente a sinalização da exposição e sua divulgação.

Visita de educadores e alunos dos cursos gratuitos promovidos pela Fundação Stickel à exposição inaugural do novo Espaço Fundação Stickel na R. Nova Cidade 195, Vila Olímpia.


A aluna Djanira assiste ao seu depoimento em vídeo.

A Pharmacia Cultural Fundação Stickel, aberta ao público no dia 23 Março 2019, na R. Ribeirão Claro 193, Vila Olímpia São Paulo é o novo Espaço Fundação Stickel, um espaço de múltiplo uso aberto ao público, que será utilizado complementando os programas e projetos da Fundação.
A exposição inaugural no novo Espaço Fundação Stickel apresenta, até 30 Junho 2019:
-Exposição dos trabalhos dos alunos dos cursos gratuitos de artes visuais, oferecidos na periferia de São Paulo, em diversas técnicas.
-Linha do tempo com 8 metros de comprimento, contando gráficamente a história da Fundação nos seus 65 anos de existência.
-Projeção de vídeos sobre as atividades da Fundação.
Neste espaço acontecerão também em futuro próximo cursos, palestras, projeções, seminários, etc





A arquiteta Sandra Pierzchalski, autora da reforma do novo Espaço Fundação Stickel, em frente aos trabalhos dos alunos de Vera Martins.
A exposição inaugural dos trabalhos dos alunos dos cursos gratuitos da Fundação Stickel será no dia 23 Março às 11:00h na R. Nova Cidade 193 – Vila Olímpia

Na foto parte da equipe que montou a exposição.

Os grafiteiros Drope e Digão, parceiros da Fundação Stickel, em frente à fachada da Pharmacia Cultural, grafitada por eles.

Para a inauguração do novo Espaço Fundação Stickel na R. Nova Cidade 193 estamos preparando uma grande exposição.
Fazer a curadoria de uma exposição com cerca de 200 fotografias não é uma tarefa simples. Os autores das fotos são os alunos dos cursos gratuitos de fotografia ministrados por Lucas Cruz e Ana Mello e promovidos pela Fundação Stickel, os temas são os mais diversos possíveis.
Por sorte meu auxiliar Igor é jovem e me ajudou na tarefa de selecionar as fotos… Suas costas aguentaram bem a difícil missão…



Foto: Dalva Maria da Silva Batista
Fundação Stickel e Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha convidam para a abertura da exposição
Olhares sobre a Cachoeirinha 2014
Fotos dos alunos do curso de Arnaldo Pappalardo e Lucas Cruz
ABERTURA: Sábado, 11 de abril de 2015, às 11:00h com lançamento do catálogo.
FÁBRICA DE CULTURA VILA NOVA CACHOEIRINHA Rua Franklin do Amaral 1575 São Paulo
Exposição de 11 de abril a 29 de maio de 2015
Terças a sextas, das 9h às 21h30 | Sábados das 10h às 17h | Domingos e Feriados das 12h às 17h
CONTATO
11 2233-9270, ramal 227, com Gláucia / glaucia@fundacaostickel.org.br
Patrocínio: Fundação Stickel / www.fundacaostickel.org.br
APOIO
Poiesis – Fábricas de Cultura – Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo

No último sábado, 31 Maio, inauguramos a exposição das fotos dos alunos do curso de Arnaldo Pappalardo e Lucas Cruz, promovido pela Fundação Stickel na Fábrica de Cultura Vila Nova Cachoeirinha, com apoio da POIESIS e da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

Este é o quinto ano seguido em que expomos os resultados do curso, a cada ano fica melhor!

Eu sei que em São Paulo, a cada dia que passa fica mais difícil sair de casa.
Exposição, cinema, festa, para qualquer tipo de evento o trânsito é infernal, mais o medo da violência e da lei seca… sem falar nos flanelinhas e no preço dos estacionamentos…
Então agradeço novamente aos amigos que estiveram comigo ontem no vernissage da exposição FARE MONDI, que modéstia à parte está lindíssima, ou, no mínimo, instigante…
Para quem não pode vir, a exposição fica em cartaz até o dia 28 Junho, o local é muito confortável, tem um restaurante aconchegante – Weinstube e um bar excelente, portanto podemos combinar também um almoço ou happy hour!
Vou divulgar no Facebook os horários em que estarei “dando plantão” lá no Club Transatlântico.