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olhar 70′ na mapa


Marcelo Pallotta, Xenia Roque Benito e eu.

A exposição “OLHAR 70’ uma pequena coleção particular” ficará em cartaz na Galeria MaPa até 23 Junho.
Segunda a sexta-feira das 10 às 18h, sábado com agendamento. Rua Costa 31 (estacionamento R. Bela Cintra 374)
Pinturas, desenhos, esculturas e gravuras de Wesley Duke Lee, Frederico Nasser, Luis Paulo Baravelli, Cassio Michalany, Dudi Maia Rosa, Evandro Carlos Jardim, José Carlos BOI Cezar Ferreira, Maciej Babinski, Plinio de Toledo Piza, Sergio Lima e Fernando Stickel. @galeriamapa

A seguir imagens da inauguração no sábado 7 Maio.


Edo Rocha, eu e Claudio Furtado.


Ana Maria Stickel, Sylvia Stickel, Luiz Villares e Isabela Prata.


Macaparana e a tela de Baravelli.


Sylvia Stickel, Marcos Aspahan, Claudio Furtado, eu, Eneida Ferraz e Plinio Toledo Piza.


Geral da galeria.


Sylvia Stickel e Sandra Pierzchalski.


Claudio Ferlauto e Carlos Perrone.


Martha Stickel, aos 95 anos… com a tela de José carlos BOI Cezar Ferreira


Com o colecionador Orandi Momesso.


(foto Marcos Aspahan) Com Plinio de Toledo Piza Fº


(foto Marcos Aspahan) Memorabilia!

é isso, por fernando stickel [ 10:30 ]

olhar 70′ galeria mapa

70′ uma pequena coleção particular

A paixão pela arte transmuta-se na paixão do colecionador.

Amalgamento de fazeres, pensares, e contemplares. Muita gente fazendo arte conhecendo o trabalho de muita gente, referências cruzadas em uma São Paulo muito circulável.

Alquimia de amizades, mestres, artistas, curiosos e amantes, no recorte temporal, geográfico, afetivo e quiçá intelectual em que todas essas coisas assumem uma CARA, a cara dos Anos 70

Pinturas, desenhos, esculturas e gravuras de Wesley Duke Lee, Frederico Nasser, Luis Paulo Baravelli, Cassio Michalany, Dudi Maia Rosa, Evandro Carlos Jardim, José Carlos BOI Cezar Ferreira, Maciej Babinski, Plinio de Toledo Piza, Sergio Lima e Fernando Stickel.

Galeria MaPa e Fernando Stickel convidam para a exposição “OLHAR 70’ uma pequena coleção particular”
Abertura sábado, 7 maio das 11:00 às 18:00h. Rua Costa 31 (estacionamento R. Bela Cintra 341) De 7 maio a 23 junho


Catálogo da exposição disponível na galeria.

é isso, por fernando stickel [ 16:39 ]

exposição navas


Foto Lucas Cruz
Performance de Adolfo Navas na abertura de sua exposição no Espaço Fundação Stickel em 23 outubro.


Minha mãe assiste sentada à performance.


A equipe que fez acontecer (falta o Igor e o Marco) Eu, Navas, Lucas, Marco, Miriam e Agnaldo.

é isso, por fernando stickel [ 10:33 ]

adolfo navas na fundação


A Fundação Stickel convida para a exposição inédita de Adolfo Montejo Navas, com curadoria de Agnaldo Farias.
Sábado 23 outubro 2021 das 11 às 16h, no Espaço Fundação Stickel
R. Nova Cidade 195 – Vila Olímpia São Paulo
O poeta e artista visual madrilenho faz a sua primeira individual em São Paulo. A exposição terá obras entre poesia visual, objetos, fotografia, caligrafia, textualidade e desenhos. A mostra se apoia em dois eixos magnéticos, o verbal e o visual, criando a poesia ampliada que marca o trabalho e as pesquisas de Navas.
Durante a abertura, acontecerá a performance de um poema visual ao vivo, realizada pelo próprio artista às 11:30h

Período de visitação de 23/10 a 17/12/2021 De segunda a sexta-feira das 10 às 18h, Sábado das 11 às 15h Obrigatório uso de máscara.
Mais informações: (11) 3083-2811

é isso, por fernando stickel [ 9:38 ]

fachada nova, portas abertas


A Fundação Stickel está de cara nova! E não apenas isso, decidimos reabrir as portas para utilização do nosso espaço, fechadas desde o início da pandemia.


Nossa próxima exposição será de Adolfo Montejo Navas, que participou do Festival FACES.


Conversando sobre a exposição, Adolfo Navas, Lucas Lenci, eu e Agnaldo Farias.

é isso, por fernando stickel [ 9:58 ]

faleceu boltanski


Foto Bonan Philipp Hugues/Alamo/ABACA

Faleceu Christian Boltanski (1944 – 2021) artista francês.

Estive com meu filho Arthur nesta exposição dele no Grand Palais em Paris, em Janeiro 2010.

é isso, por fernando stickel [ 8:12 ]

nyc 85 na suzanna sassoun

fs New York 1
Foto Beatriz Schiller, New York, 1985.

Morando em New York em 1985 em um loft eu tinha espaço para produzir arte de grandes dimensões.
Já havia feito lá pinturas sobre tela de 4 metros de comprimento, e resolvi mudar o suporte, comprei um rolo de papel preto, destes que se usa em estúdios fotográficos, e pedi para minha amiga Lisa posar.

G3ô

Nesta sessão de Novembro de 1985 fiz várias pinturas grandes (na verdade são desenhos feitos com pincel e tinta). Um mês depois encerrei minha estadia em NYC e voltei ao Brasil, carregando um gigantesco rolo de trabalhos em papel, que foram emoldurados e expostos em 27 Abril 1986 na exposição “NYC 1985” na Galeria Suzanna Sassoun em São Paulo.

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O convite da exposição.


Minha amiga Gilda Mattar me fotografou.


Meu amigo Baravelli escreveu um texto.


Até coluna social teve!!!

é isso, por fernando stickel [ 8:54 ]

babinski – uma exposição


Babinski – História de uma exposição

Na inauguração do Espaço Fundação Stickel na R. Nova Cidade 193, em 23 Março 2019, Bassy Machado, Sandra Pierzchalski, Rosangela Dorazio, Sandra Lourenço e Michele Behar.

Logo depois da inauguração mostrei aquarelas e gravuras de Maciej Babinski da minha coleção para Rosangela Dorazio, que ficou agradavelmente surpresa ao reencontrar o Babinski, pois sua tia Sandra Sousa Lemos havia sido duma das primeiras pessoas a fazer uma exposição do artista em Araguari, MG em 1977, e se interessou em reatar contato com Babinski, iniciando contato com ele.

Fruto destas conversas, na sequência, o filho do artista, Daniel Babinski me contactou dizendo haver produzido um documentário em vídeo inédito sobre seu pai. Tudo isto seria de extremo interesse para a Fundação Stickel, que estava na época negociando a colaboração do curador Agnaldo Farias, desenhava-se assim o início de um trabalho conjunto, com a possibilidade de fazer uma exposição, e para tanto convidei o Agnaldo a visitar Babinski em Várzea Alegre CE, o que fizemos em Julho 2019.
Chegamos na madrugada do dia 9 Julho, após o pouso em Juazeiro do Norte fomos diligentemente conduzidos pelo Tonheiro, taxista que atende o casal Babinski, até Várzea Alegre, onde Lidia e Babinski nos esperavam, gentilíssimos, cerca de 3 horas da manhã!


Logo na manhã de 9 Julho primeira manhã na casa de Babinski, longas conversas com Agnaldo Farias.


Babinski em seu “Museu”. A tela da esquerda selecionamos para a exposição.


O estúdio do artista.


No dia 10 Julho em uma longa reunião de trabalho, Agnaldo e eu selecionamos as 66 aquarelas e 2 pinturas para a exposição.


O curador e o artista.


Ao final do dia, Lidia e Babinski embalam cuidadosamente as aquarelas que traríamos para São Paulo no vôo daquela noite.


De volta a São Paulo Agnaldo começou a escrever o texto do catálogo, e eu chamei Lucas Cruz, professor de fotografia da Fundação Stickel para fotografar as aquarelas. Na sequência foram feitas molduras na Capricho Molduras e contratamos Luciana Facchini para o design gráfico do catálogo. Uma parceria se estabeleceu com Marcelo Guarnieri para a comercialização da exposição, e eu desenvolvi o Projeto Expográfico.


Lidia, Maciej e Daniel Babinski.
Finalmente acertamos com o Daniel a projeção do seu documentário juntamente com a vernissage da exposição e conversa dos curadores com Babinski, também durante a vernissage.


A vernissage no dia 7 Setembro 2019

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]

hérnia-disco


Em 1989 fiz o projeto de cenografia para um show de rock intitulado “Os órfãos de James Dean” que se realizou no Dama Xoc, casa de espetáculos que ficava na R. Butantã em Pinheiros.


Danceteria Dama Xoc, em Sao Paulo (SP) Foto: Sergio Tomisaki/Folhapress.


Terminado o show de rock, levei para o meu estúdio na R. Ribeirão Claro o enorme disco de madeira que havia sido construído, e fiz sobre ele uma nova pintura.


Cerca de um ano depois, em Maio 1990 sofri uma cirurgia de hérnia do disco, em pleno Plano Collor, e o cirurgião me entregou como lembrança os despojos (remains) da operação em um vidrinho…


Mesmo com a imensa crise provocada pelo Plano Collor resolvi expor meu trabalho na Paulo Figueiredo Galeria de Arte, e homenageei minha intervenção chamando a exposição de HERNIA DISCO.
Apresentei 12 pinturas de grandes dimensões, o disco era a maior, com 4,4 metros… O pequeno frasco com os despojos ficava em um pedestal ao lado da pintura, e provocou muita repulsa…


A exposição na Galeria Paulo Figueiredo.


O disco em sua casa atual, uma fazenda em Tatuei, SP


Convidado a participar do juri de seleção e premiação da II Expo Nacional de Artes de Itajubá – Salão de Artes Pe. Mário Pennock em Itajubá, MG, em 1989, levei o Disco!


Maquetes em escala dos trabalhos.

é isso, por fernando stickel [ 14:54 ]

evandro carlos jardim


A finissage da exposição do mestre gravador Evandro Carlos Jardim, “Sobre a trama do tempo” no atelier de Jac Aronis (A Casa dos Passarinhos), ocorreu no sábado 7/3/2020.


A anfitriã Jac Aronis com Paulo Fridman.


Um time de feras!! Evandro Carlos Jardim, Lygia Eluf, Jac Aronis, Claudio Mubarac, curador da mostra e Marco Buti.


As gravuras de Evandro.


O atelier de Jac Aronis

é isso, por fernando stickel [ 9:33 ]

faleceu nelson leirner


Foto Eduardo Knapp/Folhapress
Faleceu aos 88 anos de idade o grande artista Nelson Leirner.

Conheci o Nelson mil anos atrás, minha irmã Ana Maria trabalhou com ele no final dos anos 70, em uma época em que ele fazia brindes interessantes, com bolas de gude por exemplo…Tive contato mais próximo com ele em 1987, quando fui curador do espaço “Natureza Morta Limitada”, na exposição “A Trama do Gosto, um outro olhar sobre o cotidiano”, que ocupou o prédio da Fundação Bienal de São Paulo no Ibirapuera.
Grande figura, simpático, tranquilo, bom papo… Que vá em paz…

Selecionei para a exposição duas obras do Nelson, uma delas o icônico “Porco”de 1966, coleção da Pinacoteca de São Paulo, que fez grande sucesso!


Interessante que nesta foto aparece ao fundo uma pequena aquarela “Natureza Morta”de minha autoria…


Este foi o outro trabalho do Nelson selecionado, que eu restaurei pessoalmente para poder estar na exposição, mandei refazer a caixa de acrílico que estava quebrada, e comprei as frutas plásticas faltantes…

é isso, por fernando stickel [ 9:21 ]

natureza morta limitada


Visão geral do espaço “Natureza Morta Limitada”, na exposição “A Trama do Gosto, um outro olhar sobre o cotidiano”, que ocupou o prédio da Fundação Bienal de São Paulo no Ibirapuera em 1987.


Além de ser o curador do espaço, realizei também uma instalação com inúmeras garrafas, garrafões, objetos de vidro.


No centro da foto, “O porco” de Nelson Leirner.


Ao fundo uma instalação de Ana Maria Stickel, à esquerda da foto outra instalação que criei, uma mesa de vidro com uma hélice e outros objetos.


Silvia Elboni e sua instalação “Sala vermelha com rosa branca”

é isso, por fernando stickel [ 10:20 ]

cassio michalany na millan


Cassio Michalany muda de galeria e abre linda exposição na Galeria Millan


Sandra Pierzchalski, Cassio Michalany, Felipe Cohen e Andre Millan


Socorro de Andrade Lima e Cassio

é isso, por fernando stickel [ 8:37 ]

babinski na fundação stickel


Mema Rio Branco, Sandra Pierzchalski e Martha Stickel na exposição de Maciej Babinski “Retratos Eriçados” no Espaço Fundação Stickel, com curadoria de Agnaldo Farias e Fernando Stickel.


Dudi Maia Rosa, Lidia e Maciej Babinski.


Helena Carvalhosa e Maciej Babinski.


Feres Khoury, Sandra Pierzchalski, Jimmy e Bolt.


A exposição já estava fechando às 16:00h quando chegou o grande Tomoshigue Kusuno!

é isso, por fernando stickel [ 18:09 ]

babinski na fundação stickel


O grande artista Maciej Babinski em sua exposição “Retratos Eriçados” no Espaço Fundação Stickel, com curadoria de Agnaldo Farias e Fernando Stickel.


Os grandes Mestres, Evandro Carlos Jardim e Maciej Babinski!


Babinski e Lidia ladeados por Paula e Luis Antonio Nogueira.


Minha mãe Martha com o artista.

é isso, por fernando stickel [ 12:49 ]

expografia babinski


Durante minha carreira de arquiteto/artista plástico fiz informalmente inúmeros projetos de artes gráficas, curadoria e expografia, principalmente para amigos como Cassio Michalany e para mim mesmo, e mais recentemente para inúmeras exposições da Fundação Stickel.

No caso da exposição de Maciej Babinski “Retratos Eriçados” no Espaço Fundação Stickel, inaugurada em 7 Setembro 2019, o trabalho exigiu uma postura mais cuidadosa e formal, com levantamento preciso do espaço de exposição, desenhos detalhados, escolha de cor para pintura das paredes, etc…
O interessante neste caso foi a adequação perfeita do primeiro “insight” que tive sobre a montagem da exposição ainda no estúdio do artista em Várzea Alegre CE, na visita que Agnaldo Farias e eu fizemos ao artista, ao espaço real, o que foi confirmado pelo projeto definitivo.


A escolha da cor amarela para as paredes foi uma decorrência da visita ao Ceará, onde a paisagem é quente, assim como os “Retratos Eriçados”…


Finalmente a sinalização da exposição e sua divulgação.

é isso, por fernando stickel [ 20:51 ]

calder-picasso


No Musée Picasso Paris a maravilhosa exposição Calder-Picasso 

é isso, por fernando stickel [ 22:23 ]

exposição alunos


Visita de educadores e alunos dos cursos gratuitos promovidos pela Fundação Stickel à exposição inaugural do novo Espaço Fundação Stickel na R. Nova Cidade 195, Vila Olímpia.


A aluna Djanira assiste ao seu depoimento em vídeo.

é isso, por fernando stickel [ 23:23 ]