aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Arquivo: novembro de 2020

regularidade em interlagos


Mais uma vez com imenso prazer em Interlagos, templo do automobilismo paulistano, no Rallye de Regularidade promovido pelo Alfa Romeo Clube do Brasil, pilotando a Mercedes-Benz 280 SL 1970!


Na ocasião foi projetado documentário sobre a trajetória do mago dos motores, o Orfeu da mecânica Crispim, que acaba de completar 80 anos de idade!


Um dos motores mais bonitos da história, Alfa Romeo V6


Segundo lugar no Rallye de Regularidade, sem navegador e sem cronômetro, mantendo o mesmo tempo de volta apenas na sensibilidade!!


As fotos da Mercedes na pista são do Sandro Silveira.


Feliz com o resultado!


12 voltas com tempo dentro da margem de um segundo!

é isso, por fernando stickel [ 13:23 ]

tipos de arte

OS VÁRIOS TIPOS DE ARTE


Lucas, artista pintando a óleo sobre tela no Ibirapuera, Novembro 2020.

– Arte simples, natural, direta e verdadeira, tipo lápis no papel, tinta na tela, martelo e talhadeira na pedra, buril na chapa de cobre ou até um canivete em um pedaço de madeira. Muitas vezes confundida com artesanato…

– Arte que eu faço.

– Arte que eu sei como fazer igual, ou melhor.

– Arte que eu sei o que o cara pensou quando fez.

– Arte em que é claro que o cara é preguiçoso, folgado, metido, oportunista e picareta.

– Arte que você sabe que é muito melhor que a sua, e que você não vai jamais chegar nem perto, e que de tão sublime e maravilhosa só resta admirála e invejá-la (no bom sentido, é claro…)

– Arte comum, que não encanta nem desencanta, apenas ocupa espaço, é a grande maioria.

– E tem a arte incompreensível, feia, ruim, feita muitas vezes com o objetivo de enganar o observador, é aquele tipo de arte que você simplesmente ignora e passa reto.

– E finalmente tem a arte executada em “equipes”, com múltiplos curadores, que se servem de longos e incompreensíveis textos intelectualóides… essa então é de doer! Muito fácil de detectar, se a ficha técnica do trabalho tiver mais que quatro linhas é desse tipo com certeza…


[terra>tijolo=forno]+farinha*pão – obra colaborativa (14 pessoas na equipe) no Ibirapuera, comissionada na 10ª Mostra 3M de Arte, Novembro 2020.

Quase que eu ia me esquecendo, tem mais um tipo! Arte que usa video! De preferência fora de foco, com no mínimo uma hora de duração…

Como tudo o que descrevi acima tem naturalmente exceções, vou usar o exemplo do vídeo para dizer que existem sim artistas que usam o vídeo com maestria, Nam June Paik e Bill Viola, mas eles são minoria, a esmagadora maioria dos artistas que usam vídeo em suas obras não sabem o que estão fazendo, e esperam que os espectadores não façam perguntas.

é isso, por fernando stickel [ 16:29 ]

lei rouanet


Fundação Stickel com projeto aprovado na Lei Rouanet! Plano Anual para 2021!

é isso, por fernando stickel [ 9:29 ]

classic car celebration


Alfa Romeo Giulia Sprint Speciale 1964
O evento Classic Car Celebration no Hotel Fazenda Dona Carolina em Bragança Paulista se realizou no fim de semana de 6 a 9 de Novembro, reunindo importantes coleções de carros clássicos de todo o Brasil, em particular de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul.


Buick 1929


No papo com os amigos!


Sandra, eu e a nossa linda Mercedes-Benz 280 SL 1970!

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]

livro “clássicos”

Vou lançar meu terceiro livro, desta vez serão fotos e relatos sobre o apaixonante universo dos carros clássicos, produzido pela Editora Madalena, de Iatã Cannabrava.

Depois de mais de 30 anos em atividade como artista plástico, Fernando Stickel se viu entregue a uma paixão de infância quando completou 60 anos: os motores. O ano era 2008 e a escolha foi um Porsche Carrera 1975. O primeiro carro antigo veio na sequência da descoberta da fotografia como ferramenta de trabalho, alguns anos antes, quando comprou sua primeira digital e passou a registrar tudo ao seu redor. As duas paixões se encontraram então e Fernando começou a fotografar tudo que envolvia o tema: coleções de carros clássicos, rallyes, oficinas, pilotos, mecânicos, passeios, restauros e concursos, viajando o país, por lugares como São Paulo, Campos do Jordão (SP), Tiradentes (MG), Vale dos Vinhedos (RS), e no exterior, em Buenos Aires, na Argentina, Deserto do Atacama, no Chile, Punta del Este, no Uruguai e Toscana, na Itália. Agora ele lança o livro “Clássicos”, que reúne relatos pessoais e uma seleção de imagens tiradas entre 2007 e 2020, feita com o editor Iatã Cannabrava.

“É um livro para os amantes de carros clássicos, mas não só para eles! É um projeto que fala com todos que gostam de boas histórias, lindas fotografias, belas viagens e lugares mágicos em que tudo se transforma, como oficinas e ferros-velhos”, diz o autor.

Quando criança Fernando era aficionado por qualquer coisa que andasse, do carrinho de rolimã à bicicleta ou qualquer máquina e motor. Em um trecho no livro, ele conta: “Em uma das minhas memórias mais antigas, de 1952, eu devo ter uns 4 anos de idade e viajo com meus pais de carro pela Suíça. Lembro de uma estrada no meio da floresta, quando chegamos a uma clareira com um pequeno bar ou restaurante e uma Ferrari vermelha parada na porta”.

Em 1967, tirou carteira de motorista e passou a ir para a escola com um dos carros da família. “Certo dia, pilotando pela avenida Pedroso de Morais o Alfa-Romeo JK FNM 2000, levando comigo meu irmão Roberto, então com 12 anos de idade, entrei forte demais à direita na praça Panamericana, que naquela época nada mais era que uma enorme área circular coberta de mato. Perdi o controle, rodei e a força centrífuga me arrancou da posição do motorista – o banco era inteiriço e não havia cinto de segurança – e me jogou sobre o meu irmão, que se lembra da direção do JK rodando para lá e para cá, comigo em cima dele, enquanto o carro, sozinho, rodava no asfalto até parar. Por sorte, não vinha ninguém atrás de nós. Nem na guia o carro bateu. Nós simplesmente voltamos aos nossos lugares e seguimos a viagem ao colégio”, lembra ele em outro relato.

Em 2004, Fernando assumiu a direção da Fundação Stickel, reativando as atividades iniciadas pelos seus pais em 1954. Desde então, a missão passou a ser a transformação de jovens e adultos por meio das artes visuais, despertando novos potenciais. Atuando na capital paulista, promove gratuitamente ações culturais diversas, como cursos de arte e fotografia (online desde a pandemia) exposições, edição e distribuição gratuita de livros, programas educativos e de pesquisa.

Marcado para o dia 7 de novembro, o lançamento acontecerá em um evento fechado chamado “Classic Car Celebration”, um concurso de elegância para carros clássicos em que 200 a 250 modelos estarão expostos e serão escolhidos por um júri, na presença de um pequeno grupo – devido às restrições da pandemia – no Hotel Fazenda Dona Carolina, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. A ideia é realizar a tarde de autógrafos nesta tarde e venda nacional pela internet.

Clássicos
Fotografias e textos de Fernando Stickel
Editora Madalena

Impressão: IPSIS
Design gráfico: Ekaterina Kholmogorova e Bia Matuck
Produção gráfica: Jairo da Rocha
Número de páginas: 108
Preço: R$250,00
Vendas: Deixe seu comentário neste post que entrarei em contato para combinar pagamento e entrega.
—-
Informações para a Imprensa
Juliana Gola | jugola@gmail.com | 11 99595-2341

é isso, por fernando stickel [ 9:29 ]

restaurante floresta


Perto de Trancoso na Bahia, dentro de uma fazenda de 400 hectares próxima ao Rio da Barra e imerso em uma floresta de seringueiras, fica o Restaurante Floresta.


Sandra com Tomás e Silvia, nossos anfitriões no Outeiro das Brisas.


Tomás com Fernando Droghett, o Jacaré, responsável pelo charmosíssimo e delicioso restaurante!

é isso, por fernando stickel [ 12:41 ]

queen’s gambit


Excelente mini-série no Netflix, The Queen’s Gambit.


A atriz Anya Taylor-Joy no papel da jovem enxadrista Beth Harmon simplesmente arrasa!

é isso, por fernando stickel [ 10:06 ]

stefan pierzchalski


Fosse vivo meu sogro Stefan Pierzchalski, que não tive o prazer de conhecer, completaria hoje 89 anos de idade.
Nascido em Katovice na Polonia em 1 Novembro 1931, veio ao Brasil e aqui casou-se com Dionice Bandeira Pierzchalski em 23 Setembro 1957.
Faleceu tragicamente em Abril de 1981 aos 49 anos de idade, em sua residência em São Paulo. Nesta ocasião minha mulher Sandra Pierzchalski tinha apenas 22 anos de idade e estudava arquitetura no Mackenzie.


De pé, Stefan e seu pai Antoni Pierzchalski.
Sentados, Dionice, Sandra, a mãe de Antoni, Hedwiga, e a esposa de Antoni, Stefania. No colo de Stefania, a irmã da Sandra, Adriana.


Stefan e Dionice na casa da família, decorada com móveis da Branco e Preto.


Família Pierzchalski, Adriana à esquerda e Sandra à direita.

é isso, por fernando stickel [ 12:40 ]