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Arquivo: novembro de 2008

bienal sem vergonha


Tomei coragem, minha mulher foi fazer algo mais interessante e eu fui visitar a “bienal do vazio” neste domingo quente, duas da tarde e Parque do Ibirapuera lotado.

Descobri que, além de ser péssima, a 28ª Bienal de São Paulo presta um desserviço à ARTE, nivelando-a por baixo, favelizando-a.
Preguiça, empulhação, sem-vergonhice, cara-de-pau, enganação, vigarice, glorificação do não-trabalho, tudo isso me veio à mente enquanto caminhava rápidamente por TRÊS andares vazios.
Vazios de vontade, vazios de tesão, vazios de boas idéias, vazios de emoção, vazios de beleza, vazios de excitação, vazios de capricho, vazios de tudo.
Nem mesmo conseguiram organizar decentemente a entrada e a saída dos visitantes.

Seu slogan “em vivo contato” está mais para “melancólicamente desconectada”

Reproduzo abaixo na íntegra o artigo de Mauro Chaves, publicado no Estadão de ontem com o qual concordo em gênero, número e grau:

“Vazio é o dos gigolôs da Arte

A pretensiosa e constrangedora “Bienal do Vazio”, em lugar de refletir, criticamente, a vacuidade dos conceitos, caminhos e resultados da produção artística contemporânea, no Brasil e no mundo – como, certamente, imaginam seus petulantes curadores -, não passa de uma tremenda vigarice, destinada a enganar incautos e ignorantes com um bestialógico argumentativo que tenta camuflar o profundo vazio mental de seus organizadores. Não deixa, porém, de refletir dois fenômenos deletérios que se antepõem à produção artística brasileira – a qual está bem longe de ser vazia, antes pelo contrario.
O primeiro é o da infestação dos “gigolôs da Arte”: aqueles que, apropriando-se de instituições, fundações e entidades criadas para incentivar o desenvolvimento das Artes no País, delas procuram tirar indevidos proveitos, tal como fazem os “cartolas” do nosso futebol. Eles se penduram nessas instituições, renovando sistematicamente seus mandatos graças à cooptação de conselheiros – às vezes personalidades respeitáveis, que se tornam dóceis cupinchas. Realizam espúrias transações entre as instituições que dirigem e empresas nas quais têm interesse privado, seja envolvendo publicidade, operações de factoring, de corretagem de seguros e coisas do tipo, em beneficio próprio ou de parentes.

É claro que os escândalos que surgem, quando vêm à tona tais indevidas locupletações, só podem desprestigiar essas instituições e espantar o mecenato – com o qual sempre contaram a Cultura e as Artes, independentemente de incentivos ou renúncias fiscais. Com a falta de doações e a má gestão, certamente se agravam as crises financeiras de entidades cujos custos de manutenção são cronicamente superiores às receitas que auferem.

O segundo fenômeno de emperramento da Arte, no campo específico das artes plásticas, advém da absurda supervalorização de atravessadores culturais, designados por “curadores”. Quem são eles? Não são críticos, mas posam de. Não são marchands, mas podem ganhar mais que estes, sem riscos. Não são decoradores – embora às vezes aí esteja o limite de sua contribuição nas exposições.

Na verdade, com as honrosas exceções de praxe, “curadores” são especialistas em juntar o aleatório, camuflando-o de “coerência conceitual”. Misturam peças e artistas, aos quais atribuem – em linguagem sempre arrevesada, que os próprios artistas nunca entendem (muito menos o público) – “interpretações” que retiram da cabotina cachola, quando não as extraem de leituras pouco assimiladas sobre História da Arte. Exemplo disso é o amontoado desconexo de “explicações” sobre a vexaminosa “Bienal do Vazio”, em melancólica exposição no Ibirapuera. Bastaria mencionar algumas de suas frases: “Esta Bienal não é sobre produção artística”; “estamos propondo um outro tempo de ver uma exposição”; “este projeto nunca se colocou como uma negação. O vazio se propõe como espaço de potência, de repensar, entrar o ar”; “não haverá visitas para escolas. É uma exposição toda auto-identificável e auto-explicada”; “a gente tinha de vir com um modelo assim mais estranho. A Bienal precisa fazer esta parada”; “o modelo de instituição foi criado a partir do modelo da filantropia americana. Isso não pegou aqui, porque nós somos católicos, não protestantes”; “o público que vem à Bienal é o que vai à Flip, em Paraty. São os 10% do Brasil, ou seja, uma Suíça.”

Citemos, agora, o que disseram dois grandes artistas sobre a “Bienal do Vazio”. Escreveu Caciporé Torres, o único artista brasileiro vivo que participou da 1.ª Bienal Internacional de São Paulo. “Devo o início de minha bem-sucedida carreira artística a esta instituição, pois aos 16 anos enviei trabalhos, que não só foram aceitos como também premiados: recebi o prêmio Viagem à Europa, que me proporcionou dois anos de estudo na França e na Itália. Tornei-me assim um artista respeitado ainda muito jovem e, depois, participei de outras seis Bienais, tendo sido premiado outras três vezes. Participei também das Bienais de Veneza e Paris.(…) Na época em que comecei a Bienal, criada por iniciativa do memorável Ciccillo Matarazzo, funcionava como um grande salão aberto a todos os artistas que desejassem inscrever seus trabalhos.” Agora, Caciporé foi procurado por jovens artistas decepcionados e indignados, sem oportunidade de mostrar seus trabalhos – enquanto a Bienal exibe seu imenso espaço vazio de obras e idéias.

Escreveu Antonio Henrique Amaral: “A confusa montagem das obras expostas em meio a tapumes os mais variados, como se fossem divisórias, permite ao visitante assistir a diversos vídeos que desde os anos 60 sempre estavam presentes nas exposições como novas mídias. Hoje, nem tanto. Alguns artistas interessantes são identificados e suas obras ficam perdidas nessa triste e melancólica confusão de tapumes de compensados, banquinhos, mesas, muita madeira compensada, de maneira que a gente pensa mesmo que a exposição não pôde ser finalizada por falta de verba e de planejamento. Uma amostra que pretensiosamente se diz contemporânea e expressão de sofisticado e misterioso conceito que faz uma ?reflexão sobre o futuro das megaexposições?, mas que reflete apenas a pobreza de conceitos dos seus organizadores. Não é uma Bienal Internacional de São Paulo. É outra coisa, uma mostra precária, tímida, pretensiosa, que empobrece a obra dos artistas participantes e que ignora a obra de um imenso número de artistas brasileiros e estrangeiros, que estão vivos e atuantes, no Brasil e no exterior, para não falar na ausência total de tecnologias aplicadas ao fazer artístico.”

É preciso dizer mais, para mostrar que este é o vazio dos gigolôs da Arte e de seus incuráveis “curadores”?

Mauro Chaves é jornalista, advogado, escritor, administrador de empresas e pintor.
e-mail: mauro.chaves@attglobal.net”

é isso, por fernando stickel [ 15:58 ]

fusée de tintim


La fusée de Tintim.

é isso, por fernando stickel [ 20:40 ]

muito homem

Você sabe porque no Rio Grande do Sul tem muito homem?
– Porque cada gaucho tem o seu.

é isso, por fernando stickel [ 20:26 ]

santa cruz 1993


Em 1993, no almoço de comemoração dos 25 anos de formatura no Colegial do Colégio Santa Cruz.
Eu pareço feliz e animado, né mesmo…

é isso, por fernando stickel [ 16:36 ]

painel da 280 SL


O mundo do restauro automotivo é cheio de curiosidades e particularidades.
Osmar “Có” Koch é o nome do especialista em painéis de Mercedes-Benz, ele vem até o paciente, uma 280 SL 1970 “Pagoda”, com sua oficina ambulante dentro de uma Kombi, e inicia as operações, desmonta tudo, identifica as peças, leva para consertar o que for possível, faz o tratamento anti-ferrugem onde necessário, etc… etc…
O resultado final da operação será um sistema de ventilação completo e operante, limpadores de para-brisa idem, rádio, mostradores, luzes, interruptores, tudo funcionando e original.

é isso, por fernando stickel [ 16:15 ]

pérolas do enem

NOVAS PÉROLAS DO ENEM 2007
Prepare-se para ler o futuro deste país.

“O Brasil não teve mulheres presidentes mas várias primeiras-damas foram do sexo feminino”. (Ou seja: vários ex-presidentes casaram-se com travestis.)
“O número de famigerados do MST almenta a cada ano seletivo”. (E a burrice não “diminói”.)
“Os anaufabetos nunca tiveram chance de voltar outra vez para a escola”. (Nem de ir.)
“Vasilhas de luz refratória podem ser levadas ao forno de microondas sem queimar”. (Alguém poderia traduzir?!)
“O bem star dos abtantes da nossa cidade muito endepende do governo federal capixaba”. (Vende-se máquina de escrever faltando algumas letras.)
“Animais vegetarianos comem animais não-vegetarianos”. (Esse aí deve comer capim.)
“Não cei se o presidente está melhorando as insdiferenças sociais ou promovendo o sarneamento dos pobres. Me pré-ocupa o avanço regresssivo da violência urbana”. (“Sarneamento” deve ser o conjunto de medidas adotadas por Sarney no Maranhão. Quer dizer, eu “axo”, mas não me “pré-ocupo” muito.)
“Fidel Castro liderou a revolução industrial de 1917, que criou o comunismo na Russia”. (Não, besta, foi o avô dele.)
“O Convento da Penha foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do morro”. (Demorou o “céculo” inteiro pra fazer a mudança.)
“A História se divide em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje”. (Esqueceu a História em Quadrinhos.)
“Os índios sacrificavam os filhos que nasciam mortos matando todos assim que nasciam”. (Pena que a mãe dessa anta não fosse índia.)
“Bigamia era uma espécie de carroça dos gladiadores, puchada por dois cavalos”. (Ou era uma “biga” macho que tinha duas “bigas” fêmeas, puxada por um burro?!)
“No começo Vila Velha era muito atrazada mas com o tempo foi se sifilizando”. (Deve ter sido no tempo em que lá chegaram as primeiras prostitutas.)
“Os pagãos não gostavam quando Deus pregava suas dotrinas e tiveram a idéia de eliminá-lo da face do céu”. (Como será que eles pretendiam fazer isso?!)
“A capital da Argentina é Buenos Dias”. (De dia. À noite chama-se Buenas Noches.)
“A prinssipal função da raiz é se enterrar no chão”. (E a “prinssipal” função do autor deveria ser a mesma. Vivo.)
“As aves tem na boca um dente chamado bico”. (Cruz credo!)
“A Previdência Social assegura o direito a enfermidade coletiva”. (Hehe. Esse é espirituoso.)
“Respiração anaeróbica é a respiração sem ar, que não deve passar de 3 minutos”. (Senão a anta morre.)
Ateísmo é uma religião anônima praticada escondido. Na época de Nero, os romanos ateus reuniam-se para rezar nas catatumbas cristãs”. (E alguns ainda vivem nas “catatumbas”.)
“Os egipícios dezenvolveram a arte das múmias para os mortos poderem viver mais”. (Precisa “dezenvolver” o cérebro.)
“O nervo ótico transmite idéias luminosas para o cérebro”. (Esse aí não deve ter o tal nervo, ou seu cérebro não seria tão obscuro.)
“A Geografia Humana estuda o homem em que vivemos”. (I will survive.)
“O nordeste é pouco aguado pela chuva das inundações frequentes”. (Verdade: de São Paulo até o Nordeste, falta construir aquadutos para levar as inundações.)
“Os Estados Unidos tem mais de 100.000 Km de estradas de ferro asfaltadas”. (Juro que eu não li isso.)
“As estrelas servem para esclarecer a noite e não existem estrelas de dia porque o calor do sol queimaria elas”. (Confesso: adorei. Desconfio que vai ser poeta.)
“Republica do Minicana e Aiti são países da ilha América Central”. (Procura-se urgente um Atlas Geográfico que venha com um Aurélio junto.)
“As autoridades estão preocupadas com a ploleferação da pornofonografia na Internet”. (Deve estar falando do CD dos Raimundos.)
“A ciência progrediu tanto que inventou ciclones como a ovelha Dolly”. (A PF também: inventou a Operação Furacão, que colocou alguns juízes no olho do clone.)
“O Papa veio instalar o Vaticano em Vitória mas a Marinha não deixou para construir a Capitania dos Portos no mesmo lugar”. (O Papa é pop. O pop não poupa ninguém.)
“A devassa da Inconfidência Mineira foi Marília de Dirceu, a amante de Tiradentes”. (Plagiou o “Samba do Crioulo Doido”.)
“Hormônios são células sexuais dos homens masculinos”. (Isso. E nos homens femininos, essas células chamam-se frescurormônios.)
“Os primeiros emegrantes no ES construiram suas casas de talba”. (Enquanto praticavam “Tiro ao Álvaro”.)
“Onde nasce o sol é o nacente, onde desce é o decente”. (Indecente: o sol não nasceu pra todos.)
“A terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados no mundo. Os outros planetas menos demográficos são: Mercurio, Venus, Marte, Lua e outros 4 que eu sabia mas como esqueci agora e está na hora de entregar a prova, a senhora não vai esperar eu lembrar, vai? Mas tomara que não baixe minha nota por causa disso porque esquecer a memória em casa todo mundo esquece um dia, não esquece?”. (Quase chorei. Mas todo mundo deveria esquecer a memória em casa, ao menos um dia: isso é lindo.)

é isso, por fernando stickel [ 17:41 ]

bodas de ouro


As famílias Stickel e Müller reunidas em 1966 na festa de bodas de ouro dos meus avós Erna e Arthur Stickel, sentados, no centro. Na extrema direita da foto, sentada, minha avó Lili Diederichsen.
Eu, de pé atrás dos meus avós, tenho minha mãe e minha tia Mausi ao meu lado. À esquerda os Müller, à direita os Stickel.
As três na frente são minhas primas Renate, Lucia e Cristina Müller.

é isso, por fernando stickel [ 16:58 ]

erna e arthur stickel


Meus avós paternos, Erna e Arthur Stickel em frente à lareira da casa da R. dos Franceses, na comemoração de suas bodas de ouro em 1966.

Engraçado um detalhe impensável nos dias de hoje, na mesa de centro, um copo com cigarros. Como ninguém na casa fumava, imagino que o costume da época era oferecer cigarros…

é isso, por fernando stickel [ 16:19 ]

brazão stickel


Meu pai era muito ligado em genealogia, fazia parte de uma sociedade genealógica, e acabou por descobrir que este é o brazão da Família Stickel.
Nas arrumações dos documentos após seu falecimento minha mãe trouxe à luz este desenho, além de muitas fotos.
A origem do símbolo do nome alemão é um bastão, símbolo de poder do burgo-mestre, o “prefeito” das pequenas vilas medievais.
Ninguém da família jamais usou este símbolo, e hoje nem lareira eu tenho mais, para colocá-lo emoldurado em cima…

é isso, por fernando stickel [ 16:10 ]

eleição americana


No site do New York Times, mapas interativos fornecem a evolução da eleição americana. A foto ainda é das previsões.
O mundo torce para Barack Obama, o mundo quer um mundo melhor, o mundo quer que Bush, o pior presidente que os EUA jamais teve seja tragado pelo esgoto da história.

é isso, por fernando stickel [ 15:01 ]

praça victor civita


Inauguração ontem da Praça Victor Civita, na R. Sumidouro 580 em São Paulo.
O projeto, colaboração do Instituto Abril, Prefeitura do Município de São Paulo, Banco Itaú e Construtora Even é maravilhoso.
Vá lá ver, é melhor do que eu ficar escrevendo sobre…
Basta dizer que esta área era de depósito e incineração de lixo, transformada em um parque com projeto primoroso.
Um aspecto muito interessante foi a discreta chegada de religiosos, não consegui identificar de qual religião, foram até um canto com pouca gente, tiraram os sapatos e ficaram lá, quietos, fazendo suas orações.

é isso, por fernando stickel [ 14:41 ]

no trânsito

Calor demais, trânsito parado em São Paulo.
De um lado uma enorme Mercedes-Benz blindada com ar condicionado, motorista conduzindo madame;
Do outro, um fusquinha barulhento com um gordinho todo suado e a barba por fazer…
O gordinho xinga, buzina, acelera e faz um escarcéu por causa do trânsito até que a madame baixa o vidro da Mercedes e diz:
– A paciência é a mais nobre e gentil das virtudes: Shakespeare, em “Macbeth” 
O gordinho não deixa barato:
-Vá tomar no cú!: Nelson Rodrigues, em “A vida como ela é”

é isso, por fernando stickel [ 14:03 ]

vazio


Pelo que não vi na porta de entrada, a “bienal do vazio” merece seu nome.
Hoje, caminhando no Ibirapuera, passei na porta da Bienal de São Paulo às 9:00h, e não havia uma única letra informando o nome do evento, o horário de abertura, se a entrada é grátis ou não, enfim, NADA, VAZIO. Perguntei a alguns PMs, fazendo nada por ali, qual o horário de abertura, a resposta:
-Acho que é às 10…
Pro meu gosto a 28ª Bienal de São Paulo começou mal. Até o logotipo parece ter sido criado para não informar.
Um dia desses talvez eu faça um esforço e visite o vazio.

é isso, por fernando stickel [ 10:05 ]

cunversa di mineirim

Cunversa di mineirim…

– Cumpadi, muié é bicho estranho, num é mêsss???
– Num gosta di pescá….
– Num gosta di futebor…
– Num sabi contá piada…
– Num toma umas pinguinha….
– Óia, cumpadi….si num tivesse xoxota, eu nem cumprimentava.

é isso, por fernando stickel [ 18:35 ]

esvaziar, organizar


Enquanto a casa da família na R. dos Franceses se esvazia lentamente, a biblioteca se organiza, também lentamente.

é isso, por fernando stickel [ 17:28 ]

positano


Café da manhã de frente para o Mediterrâneo em Positano, no Hotel Le Sirenuse com leitura do Corriere Della Sera.
(acesse o site do jornal e aproveite para votar na pesquisa: Chi è il pilota di Formula1 più grande di tutti i tempi?)
As memórias da viagem vão ficando rápidamente para trás…

é isso, por fernando stickel [ 12:49 ]

pernilongo jurássico


Acabo de descobrir um pernilongo do tamanho de uma aranha caranguejeira!
Deve ser efeito da fusão Itaú-Unibanco, que criou um dos maiores bancos do planeta!

é isso, por fernando stickel [ 12:39 ]

motorino


Em Roma, quem não tem um “motorino” não anda. Se você quiser ter um carro para viajar, guarde-o na garagem (se houver) e utilize-o fora de Roma.

é isso, por fernando stickel [ 11:18 ]