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Arquivo: abril de 2026

design gráfico


Alguns trabalhos Forminform / Desenhvolve

A minha primeira experiência profissional foi na área do design gráfico. Ainda estudante de arquitetura na FAUUSP, cerca de 1970/71, fui aceito como estagiário no estúdio de design gráfico Forminform, do designer Ruben Martins (1929-1968), escritório que posteriormente ao falecimento de Ruben passou a se chamar Desenhvolve.

O escritório ficava em um simpático casarão na R. Barata Ribeiro, perto da esquina da R. Dr. Penaforte Mendes na Bela Vista. Naquela época Celia Beatriz Monte, Paulo Jorge Pedreira de Cequeira (1945- 1995) e May Suplicy (1943-2005) haviam assumido o escritório e foram os meus mestres. Fiz também na mesma época estágios na Gráfica Furest, que ficava na R. Augusta e Fotolitos Bosatelli no Cambuci.

Nesta época o design era a minha religião, quando viajei à Europa em 1969 visitei o estúdio do designer Roberto Sambonnet em Milão, e em São Paulo visitei o estúdio do designer Alexandre Wollner. Mais tarde trabalhei no escritório Cauduro Martino e em 1977 abri em sociedade com Norberto (Lelé) Chamma o nosso escritório chamado und, do qual me desliguei em 1981 para me dedicar integralmente às artes plásticas.

O design gráfico, no entanto, é um ofício do qual você não se desliga, suas roupagens grudam, e você não de despe, e não se despede… No meu caso o design gráfico continua sendo preocupação permanente, quase uma “religião”, estou sempre observando, e, se possível, propondo e corrigindo.

Após este período pioneiro continuei fazendo projetos de design para os amigos e alguns projetos para a família. Em 1977 eu e meu colega da FAUUSP Norberto (Lelé) nos unimos para criar o escritório de Comunicação Visual Chamma und Stickel, que logo depois teve o nome reduzido para apenas und.

Em 1980 saí da sociedade com Lelé para me dedicar exclusivamente às artes plásticas, em 1983 fui contratado pelo Banco Itaú para atuar nesta área, este trabalho terminou em 1984, quando fui morar em New York.

Na sequência realizei vários projetos de ilustração, editei meus três livros, e na Fundação Stickel realizei o design, em diversas parcerias, de catálogos, convites, livros, peças gráficas, etc…


O casarão na R. Barata Ribeiro


Celia Beatriz Monte


Paulo Jorge Pedreira de Cerqueira (1945-1995)


May Suplicy (1943-2005)


Caricatura de Celia, Paulo Jorge e May por Sandra Abdalla


Projeto meu dos anos 70 para meu primo Arnaldo Diederichsen

é isso, por fernando stickel [ 20:41 ]

faleceu eduardo de almeida

Faleceu aos 92 anos de idade o arquiteto Eduardo de Almeida, formado em 1960 na FAUUSP. Eu o conhecia desde sempre, não sei precisar as conexões, mas tanto faz, pois ele era uma pessoa simpaticíssima, arquiteto respeitado, sempre iluminava o ambiente onde se encontrava. R.I.P

é isso, por fernando stickel [ 20:37 ]

comemoração und

Criei esta forma estrela + lua para usar em um cartão comemorativo da minha empresa de comunicação visual und em 1981.

é isso, por fernando stickel [ 15:50 ]

new york, 1970

Em janeiro 1970 um grupo de amigos viajou a New York, ficamos no Wellington Hotel na Sétima Avenida x Rua 55, hotelzão clássico, barato, com quartos enormes!

Da esq. para a direita, Dudi Maia Rosa, eu (embaixo na foto), Frederico Nasser, Augusto Livio Malzoni e Baby Maia Rosa, irmão do Dudi.


Wellington Hotel, fechou na pandemia e foi vendido

Entre outras coisas fascinantes que fizemos na estadia em NYC, assistimos à famosa (na época) peça Oh! Calcutta!

A notorious erotic revue that opened at the Eden Theatre (now the Village East Cinema) in NYC’s East Village on June 17, 1969. Devised by Kenneth Tynan, the show featured sketches by famous writers like John Lennon and Sam Shepard and became famous as one of the first theater productions to feature full frontal nudity. 

é isso, por fernando stickel [ 16:50 ]

trama de antonio dias

Herdei do meu pai Erico este álbum do Antonio Dias, Trama, 1969/1977, com dez xilogravuras sobre papel artesanal nepalês, mais um frontispício, 56 x 82 cm cada.
Fiquei muitos anos com a caixa do álbum guardada no armário, óbviamente sem aproveitar o maravilhoso trabalho do Antonio. Ao realizar que eu não teria espaço para pendurar, resolvi vender, e assim foi. Espero que o comprador aproveite melhor o trabalho!


Convite da exposição na Luisa Strina, 1978

é isso, por fernando stickel [ 15:33 ]

formatura santa cruz

Este é provavelmente o meu primeiro trabalho de comunicação visual, pois naquela época ainda não se falava em design gráfico.

Por alguma razão que não me lembro, me voluntariei para fazer o convite de formatura do Colegial do Colégio Santa Cruz, em 1968, fui à luta e o resultado ficou bastante bom!

Nosso paraninfo na formatura foi o fabuloso professor Flavio Vespasiano Di Giorgi.

é isso, por fernando stickel [ 16:16 ]

jade & stickel

Em março 1990 o Plano Collor fez um estrago geral no país, cconfiscando poupanças, etc…

A crise atingiu com dureza máxima a classe artística, e eu vi meu até então bem sucedido curso de desenho de observação minguar de 60 alunos em 1989 para apenas dois alunos após o anúncio do fatídico Plano da Zélia Cardoso de Mello, Ministra da Fazenda (1990-1991) do governo Collor.

Para contornar a situação me associei à Jade Gadotti, minha mulher na época, e passamos a fazer trabalhos de pintura para decoração juntos. Até um curso especializado em New York, na Parson’s School of Design fizemos no início de 1991.

Na sociedade Jade & Stickel eu era o “marketeiro”, preparava propostas, currículo, logotipo, etc… a Jade pintava muito bem, e eu fui aprendendo.

Naquela época eu ainda não tinha computador e fazia todos os meus trabalhos gráficos com a ajuda do Bruno Mortara e seu escritório “Prata da Casa”, com o programa PageMaker, (atual Indesign) que acabei dominando e com o qual fiz o meu livro “aqui tem coisa” anos depois.


Edição de uma lista de clientes

é isso, por fernando stickel [ 15:49 ]

está funcionando!

Está funcionando! Três meses de dedicação, peso, cintura e glicemia glicada, tudo caindo!
O peso cai mais rápido que a cintura…

é isso, por fernando stickel [ 8:21 ]

rallye

Existem milhares de modalidades de esporte a motor, na terra, no ar, na água. Uma delas acabou entrando na minha vida não por uma decisão racional: Vou participar de um rallye de regularidade para carros clássicos!
Não.
Primeiro veio a vontade de ter um carro antigo, alimentada por décadas, precedida da vontade de ter uma moto, embaralhada por amores caóticos por máquinas diversas…

Mas finalmente, cerca 1997 comprei uma Mercedes-Benz 500 SL 1986, maravilhosa! Rápidamente meu amigo Anisio Campos (1933-2019) me introduziu ao universo das competições em uma prova de regularidade em Interlagos, e daí para a frente os rallyes entraram na minha vida, com vários carros, vários companheiros navegadores e dezenas de novos amigos e locais.

O esporte se aprende na prática, fazendo, treinando e competindo, certa feita até um curso para navegador frequentei, promovido pelo MG Club do Brasil, ao qual também fui filiado, além dos clubes Mercedes-Benz e Alfa-Romeo.

Já tive o prazer de ter como companheiros/navegadores meus filhos Antonio e Arthur, minha mulher Sandra, e meus amigos Miguel Barros Costa, Mario Vicente Sacconi e Julio Berriel.

é isso, por fernando stickel [ 10:10 ]