aqui no aqui tem coisa encontram-se
coisas, coisas, coisas...
...desde janeiro de 2003

Arquivo: maio de 2020

amigos em new york


Quando morei em New York em 1984-1985, fiz amizade com muitas pessoas, algumas já conhecidas do Brasil e muitas outras cujas amizades floresceram por lá e nas viagens que fiz.
Minha vida foi interessantíssima neste período, em grande parte por conta destas amizades, obrigado a todos(as):

Helena Hungria
Bia Cunha
Eliane Gamal
Beatriz Schiller
Claudio Elisabetsky
Susan Goodman
Santuza Andrade
Lorie Peters
Riaya Abou Ela
Debbie Seaman
Julie Mullin
Amy Mullin
Anna Carolina Destefano
Francine Ramu
David Herman
Helena Bricio
Lisa Colella
Martin Penrose
Viola Penrose
Vera Valle
Barbara Lippert
Tina Alcantara Machado
Rhonda Friedman
Monica Kowarick
Cristiana George
Lucia Guimarães
Maria Ignez Whitaker

Alguns já não estão mais entre nós…

Elisa Niccolini, falecida em 2018
Jay Chiat (1931-2002)
Keith Bright (1932-2018)
Robert Miles (Bob) Runyan (1925-2001)
Bob Dion
Vera Baldacci (1958-2016)
Ben Patterson (1934-2016)

Infelizmente esqueci o nome de muitas outras pessoas. Sobrou apenas a memória visual, obrigado também!


Os amigos brasileiros em New York no apartamento da Santuza, se bem me lembro na East 57 Street.
Elisa Niccolini, falecida precocemente em 2019 foi minha “banqueira”no First Womens Bank, eu, Santuza Andrade e Wesley Duke Lee (1931-2010), sentada no chão Tina Alcantara Machado.

é isso, por fernando stickel [ 18:10 ]

playboy


Nos anos 80 fiz algumas ilustrações para a revista Playboy, esta foi sobre a CIA, Ronald Reagan e Muamar Kadafi.

é isso, por fernando stickel [ 17:46 ]

doação ao ieb


Preservar a memória de um país, de uma cidade, de um profissional, contar as histórias das pessoas, dos artistas, dos momentos importantes e apenas rotineiros, eu sempre tive isso em mente, e fui separando através da vida os registros e documentos que pudessem um dia contar essa história.
Reuni nestes dias de quarentena um amplo material de referência da minha carreira, que venho guardando há muitos anos, abordando design gráfico, ilustração, poesia, artes plásticas e fotografia. Pretendo doar estes arquivos ao Instituto de Estudos Brasileiros da USP – IEB. Meus pais já fizeram o mesmo em 2002, doando cerca de 4.000 livros.
No meu caso o acervo é de livros, anotações, desenhos originais, fotos, cadernos, blocos de desenho e portfolios.
Uma comissão interna do IEB analisará a oferta, caso aprovada a doação é concretizada.

é isso, por fernando stickel [ 18:04 ]

loteria


Morando e trabalhando na Vila Olímpia, tenho o hábito de fazer uma fezinha na Mega Sena na Loterica São Jorge na R. Nova Cidade, rotina de quem está há 35 anos no bairro, assim como ir à padaria, à farmácia, cortar o cabelo, ou sacar dinheiro no caixa automático.

Jogo sempre sete números, a aposta é mais cara, mas a probabilidade de ganhar é muito maior, e jogo quando o prêmio está acumulado, a excitação é maior…
Pensar no que fazer com o dinheiro se você ganhar é um exercício mental muito interessante. Até uma determinada faixa a sua vida não mudará, apenas adicionará um conforto aqui, a realização de um desejo ali. Daí pra frente a coisa fica mais complexa… mas de qualquer maneira de uma coisa tenho certeza absoluta, seja qual for o valor do prêmio, se algum dia eu ganhar, uma parcela será distribuida a quem precisa ou merece.

A única atendente da lotérica que conheço pelo nome é a D. Terezinha, uma senhora japonesa de mais idade, talvez a dona do estabelecimento. Todas as outras conheço de vista, a que me atende no guichê preferencial tem mãos bonitas, com as unhas bem cuidadas.
Procuro sempre os horários em que a lotérica está vazia, agora na quarentena está mais fácil…

Tenho certeza de que a sorte (boa ou má) nada mais é que a conjunção em um determinado momento, de vários fluxos energéticos, cristalizando um ou vários fatores, comandados não pela sua vontade, mas pelas leis maiores do universo e suas circunstancias.

é isso, por fernando stickel [ 0:07 ]

prêmio remington 1977


O primeiro estímulo que tive para publicar minhas poesias ocorreu em 1977.

Foi o anúncio em uma revista do Prêmio Remington de Prosa e Poesia, com premiação em dinheiro. A Comissão Julgadora: Flávio Moreira da Costa, Affonso Romano de Sant’Anna, Hélio Pólvora, Dirce Côrtes Riedel, Silviano Santiago e José J. Vieira.

Arregacei as mangas e fui à luta. Submeti minha obra “Prosa ou Poesia, conforme o caso” sob o pseudônimo de M. Pseudonym. Meu amigo Cassio Michalany me ajudou a fazer as capas, com um gabarito.

22 anos depois, em 1999 surgiu o meu livro de poesias “aqui tem coisa”, publicado pela DBA.

é isso, por fernando stickel [ 10:29 ]

gouache 1966


Nas arrumações que ando fazendo por conta da quarentena encontrein este gouache de 1966, 22 x 30 cm, que achei muito bom! Eu tinha 18 anos!

é isso, por fernando stickel [ 15:22 ]

sociedade beneficente alemã

sba
Este é o “Stickel Heim”, pavilhão que meus pais doaram à Sociedade Beneficente Alemã SBA no Sesquicentenário da Imigração Alemã 1824-1974.
O projeto arquitetônico ficou a cargo do arquiteto Salvador Candia, em cujo escritório eu trabalhava na época. Sob a orientação do arquiteto Yasuhiro Aida, braço direito do Salvador, trabalhei bastante neste projeto.
São 12 quartos, sala de estar, copa e terraço para uso dos idosos que a SBA abriga.


Os dizeres da placa comemorativa, afixada no prédio:

Em homenagem à memória de nossos pais
Ernesto Diederichsen
Maria Elisa A. Diederichsen
Arthur Stickel
Erna H. Stickel
No ano comemorativo do Sesquicentenário da Imigração Alemã no Brasil, construimos esta casa.
Martha Diederichsen Stickel
Erico João Siriuba Stickel


Meu pai, Erico Stickel, na inauguração.


Eu, meu pai Erico, iris Di Ciommo, minha mãe Martha e o arquiteto Salvador Candia.


Meu pai assinava o “Käseblatt” apelido carinhoso com que a comunidade alemã se referia ao jornal em lingua alemã “Deutsche Zeitung”, que trouxe uma longa reportagem com fotos sobre a inauguração do “Stickel-Heim”.

é isso, por fernando stickel [ 20:06 ]

coronavírus feliz


Graças ao desgoverno de Jair Bolsonaro, o coronavírus avança feliz em sua curva ascendente no Brasil.
No mundo são hoje 5.400.000 infectados e 345.000 mortes.
No Brasil, 365.000 infectados e 23.000 mortes.
Assim não dá… #forabolsonaro

é isso, por fernando stickel [ 12:33 ]

j’accuse


Roman Polanski nos presenteia com um filme magistral! Em português O Oficial e o Espião.
Em 1894, o capitão francês Alfred Dreyfus é injustamente condenado por traição e sentenciado à prisão perpétua na ilha do Diabo.


Emile Zola escreveu a famosa carta aberta J’Accuse…! em 13 Janeiro 1898

é isso, por fernando stickel [ 8:57 ]

festa de casamento

kalil.jpg
Garimpagens nos álbuns de fotografia antigos, um dos efeitos da quarentena do cooronavírus…
Na saída da festa do meu casamento com Maria Alice Kalil em 14 Maio 1971, meu sogro, José Kalil (1903-1975) beija a filha, sob o olhar da irmã Dulce.
O álbum do casamento foi feito pelo fotógrafo Peter Scheier.


José e Josephina Abs Kalil, Frederico Nasser e eu, na Catedral Ortodoxa do Paraíso. Meu sogro levou de sua residência inúmeros tapetes para decorar a Catedral… juntamente com o trabalho da Marilia Vogt, que decorou a igreja e a casa.


Meu pai Erico (1920-2004), minha mãe Martha, a noiva Alice, eu, a sogra Josephina (1912-1972) e o sogro José (1903-1975) na festa de casamento na R. Martiniano de Carvalho, 14 Maio 1971.
As fotos são de Peter Scheier, recuperei de contatos preparatórios para o album de casamento.


Na saída da festa Alice de roupa clara, Plinio de Toledo Piza de barba e minha prima Ciça (Cecilia Cruz Villares) na porta do carro, de xadrez.


Pilotando a Variant, Dulce, a irmã da noiva me brinda com arroz! Ao fundo seu marido Tigrão (Luis Carlos Fagundes) olha divertido…

é isso, por fernando stickel [ 13:17 ]

desenhos dos anos 70

Meus desenhos a nankin em um micro caderninho de artista de 7 x 10 cm, dos anos 70.

é isso, por fernando stickel [ 11:54 ]

jardim modular delta


Novos jardins no Condomínio Modular Delta!


Projeto e execução da paisagista Flavia Tiraboschi.


Na sequência da pintura dos prédios o paisagismo foi a cereja no bolo!

é isso, por fernando stickel [ 19:13 ]

josé kalil

José Kalil, meu falecido sogro entre padres. À direita, na foto é provavelmente o Padre Rahme.

é isso, por fernando stickel [ 9:18 ]

indiana e argos


Logotipos da Argos Industrial S.A. e da Fiação para Malharia indiana S.A. projetos dos anos 60-70 do designer gráfico Alexandre Wollner (1928-2018), considerado o pai do design moderno no Brasil. Wollner participou da fundação da primeira escola de design do país em 1962, a Escola Superior de Desenho Industrial do Rio de Janeiro – ESDI.

Sobre as empresas, no texto de 1959 “Os precursores do progresso do Brasil” de Eddie Augusto da Silva-Rubens Veras-Julio Ewigkeit, Editora Sociedade Brasileira de Expansão Comercial Ltda:

São múltiplos e notáveis os empreendimentos pessoais de ERNESTO DIEDERICHSEN. Em 1914 em sociedade com Luiz Trevisioli e Aleardo Borin, fundou uma fábrica de tecidos em Jundiai. Essa fábrica transformou-se no que é hoje a “Argos Industrial S/A” uma das mais pujantes organizações industriais do ramo. Acompanhado por alguns amigos ERNESTO DIEDERICHSEN fundou ainda a “S/A Fiação para Malharia Indiana”, o “Lanifício Argos S/A”, e adquiriu e ampliou a “S/A Cotonificio Adelina”.


Algumas marcas/logotipos projetados por Alexandre Wollner.


Um dos meus primeiros trabalhos gráficos foi criar os nomes para fibras especiais ALVIL e TEFIL, e as respectivas etiquetas.


Anúncio de revista.

é isso, por fernando stickel [ 14:12 ]