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Arquivo: maio de 2009

roberto carlos

roberto2
Hoje à tarde, no cinema, sentamos ao lado de duas senhoras que se programavam para a noite de hoje, quando tomariam um uísque e assistiriam o show dos 50 anos de carreira de Roberto Carlos.
Quanto ao uísque delas não sei, mas que o show foi o máximo foi!
Grande Roberto Carlos!
Grandes cantoras!

é isso, por fernando stickel [ 23:45 ]

instituto dos arquitetos

iab
EDIFÍCIO DO INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – Rua Bento Freitas 306 – Vila Buarque
Processo: 31622/94 Tomb.: Res. SC 41 de 17/1/02 D.O.: 23/1/02
Livro do Tombo Histórico: Inscrição nº 331, p. 84, 7/2/2002

Em 1946, o IAB-SP organizou um concurso, entre os seus associados, para a elaboração de projeto do edifício-sede da entidade. O júri, composto pelos arquitetos Oscar Niemeyer, Hélio Uchôa e Firmino Saldanha, selecionou os anteprojetos de três equipes: Rino Levi e Roberto Cerqueira César; Jacob Ruchti, Miguel Forte e Galiano Ciampaglia; Abelardo de Souza, Hélio Duarte e Zenon Lotufo.
Por sugestão de Niemeyer, os três escritórios reuniram-se para desenvolver o projeto final que resultou num exemplar considerado um dos marcos da arquitetura moderna em São Paulo.
Além da sede do IAB, que ocupa o térreo e o andar duplo superior, o edifício abriga escritórios e, no subsolo, um auditório. Os acessos são totalmente independentes, utilizando-se escada privativa para instituição e, elevadores, para os escritórios. No decorrer do tempo, o edifício incorporou obras de arte de indubitável valor que foram incluídas no tombamento: murais de Antônio Bandeira e de Ubirajara Ribeiro, móbile denominado The Black Widow de Alexander Calder e a escultura atribuída a Bruno Giorgi.

Recém-formado arquiteto cheguei a trabalhar neste prédio no estúdio do arquiteto Marcos Acayaba, e tenho uma memória afetiva/romantica deste período “na boca”. Consta do boletim do IAB Nº58 de Abr/Mai/Jun 2007 que será feita uma reforma do prédio, mas pelo que vi recentemente o prédio está podre.

Aparentemente este é o destino dos bens tombados em nossa grande nação: APODRECER.
É uma pena.

Pressionando aqui você vai à lista de bens tombados no Estado de São Paulo.


Calder no IAB, nos bons tempos…

é isso, por fernando stickel [ 23:37 ]

av. república do líbano

republica
Andei hoje pela Av. República do Líbano sem carros, por conta da interdição para a Maratona de São Paulo.
Uma delícia!
Por que não fazemos como no Rio de Janeiro, com as avenidas litorâneas fechadas aos carros nos fins de semana?

é isso, por fernando stickel [ 19:25 ]

os falsários

sally
Quer ver um filme excelente, baseado na história real da maior falsificação de dinheiro da história?
Vá ver Os falsários (Die Fälscher) do diretor Stefan Ruzowitzky, Oscar de melhor filme em língua estrangeira de 2008, com o ator Karl Markovics no papel do falsário Salomon ‘Sally’ Sorowitsch.

Leia aqui uma crítica interessante do filme.

smolianoff_interpol
Ficha da Interpol de Salomon Smolianoff, nome do verdadeiro falsário. Pressione aqui para a história real contada por Adolf Burger, outro personagem do filme.

é isso, por fernando stickel [ 18:48 ]

renata falzoni

renata
Encontrei minha amiga Renata Falzoni fotografando a Maratona SP 2009, como sempre em cima da bicicleta.

cadei
A Renata ia para lá e para cá, entrevistava e fotografava os participantes, e eu andei a pé cerca de duas horas, acompanhando a chegada dos competidores.
Menção especial para os cadeirantes: Taí gente de garra, de coragem!

é isso, por fernando stickel [ 17:54 ]

maratona de são paulo

vencedores
Brasil fez bonito hoje na Maratona Internacional de São Paulo, Marizete Moreira em primeiro no feminino e Franck Caldeira em segundo no masculino.
A vitória foi do queniano Elias Kemboi Chelimo, que chegou 4 minutos na frente do Franck.
Fui assistir de perto para matar a saudade de quando participei, dez anos atrás..

é isso, por fernando stickel [ 12:35 ]

grazie mille!!!!

final
No domingo 10 Maio arrumamos as malas, e ficamos um bom tempo largados na piscina sem fazer absolutamente nada, pela primeira vez na viagem. Almoçamos tranquilamente, fumei meu charuto com calma e às 16h tomamos o taxi para o aeroporto.

Nestes cinco dias de céu azul, poucas nuvens e temperaturas amenas dirigi o Jaguar por cerca de 700km de estradas lindas, a Sandra foi uma navegadora perfeita, nós dizíamos aos colegas que a inevitável briga entre piloto e navegador durava cerca de 1 minuto a cada hora… e desta vez ela não dormiu

Nos relacionamos bem com os alemães e suíços que representavam 90% dos participantes, gastei meu inglês, alemão e italiano, comemos bem no geral (era sempre um grupo de 70 pessoas…) e magníficamente no “Buca Lapi”.
Enfim, só temos a agradecer ao Credit Suisse pela rara oportunidade de participar de um evento como essa Chiantigiana Classica 2009, que transcorreu na mais absoluta perfeição!

é isso, por fernando stickel [ 15:01 ]

planilha

navegadora
Faltou mostrar Sandra Pierzchalski, minha navegadora em ação, no rallye Chiantigiana Classica 2009. Em primeiro plano o Jaguar E-type.

Na saída do rallye a cada manhã, a organização te entrega uma planilha que deve ser preenchida com três categorias de quesitos:
Carimbos – De tempos em tempos em um pequeno poste com símbolo do rallye fica à beira da estrada, nele fica preso um carimbo, que deve ser aplicado na planilha.
Números – Escondidos no meio do mato, do lado direito da pista, normalmente pregados em árvores ficam placas de cerca de 20 x 20cm com um número, que você deve escrever na planilha.
Perguntas – Constam do Roadbook, por ex: Qual o número da casa ao lado da igreja? ou Qual o animal da escultura no topo do portão? ou Qual a altitude na placa “X”

O não atendimento aos quesitos significa pontos perdidos. Só no final do rallye começamos a ficar bons em prestar atenção…

é isso, por fernando stickel [ 14:51 ]

strada chiantigiana

badia1
No sábado 9 Maio pontualmente às 9:00, Sandra Pierzchalski, minha patroa e navegadora e eu iniciamos o último dia do rallye Chiantigiana Classica 2009 com o trecho “Strada Chiantigiana”.
Visitamos a Badia di Passignano e as famosas adegas Antinori, o almoço foi na “Osteria di Passignano”.

birra
À tarde, como estávamos adiantados cerca de 20 minutos para a linha de chegada, paramos em San Domenico, a 5 minutos do hotel para tomar uma “biira a la spina” e comemorar o final do rallye.
Total percorrido no dia, 180km.
De volta ao hotel, entreguei o Jaguar ao Danilo, pontualmente às 19:00h, impecável como o havia recebido.

black
À noite, jantar black-tie no hotel, com a premiação do rallye.

é isso, por fernando stickel [ 14:02 ]

la sorgente dell’arno

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Na sexta-feira 8 Maio, segundo dia do rallye Chiantigiana Classica 2009, Sandra Pierzchalski, minha navegadora e eu fizemos pela manhã o trecho “La Sorgente dell’Arno”, retornando para almoço ao ar livre no hotel.
À tarde dia livre, fomos com a “navetta” do hotel para Firenze.
Total percorrido 132km.

buca
Jantamos no excelente restaurante Buca Lapi em Firenze, à esquerda Walter Berchtold, o anfitrião do evento.
Volta ao hotel na “navetta”.

é isso, por fernando stickel [ 11:28 ]

perseguição

Por que os homens perseguem mulheres com quem eles não têm intenção de casar?
Pela mesma razão pela qual os cães perseguem carros que eles não têm a intenção de dirigir.

é isso, por fernando stickel [ 10:42 ]

appenino tosco emiliano

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Na quinta-feira 7 Maio, Sandra Pierzchalski, minha navegadora e eu iniciamos o rallye Chiantigiana Classica 2009 pontualmente às 9:30h, no trecho “Appennino Tosco Emiliano”, ao norte de Firenze.
A saída é sempre de Fiesole, onde se localiza o hotel, passamos pelo Autodromo Internazionale Mugello, lindo, e almoçamos na Fattoria il Palagio em Scarperia.

controllo
Em um pequeno trecho sinuoso você tem que manter média fixa de velocidade, cerca de 45km/h, o que não é fácil sem equipamento especializado. Há um controle no início do trecho, que libera os carros a cada 3 minutos.

pranzo
Durante o almoço os carros descansam…
Depois do almoço o segundo trecho encerrou-se na Villa il Garofalo, casa que pertenceu a Dante Alighieri, onde houveram drinks ao ar livre e jantar. A volta ao hotel foi rápida, 10 minutos. Neste dia percorremos 260km.

garofalo
Drinks e jantar na “Villa” que pertenceu a Dante Alighieri.

é isso, por fernando stickel [ 10:27 ]

the mall

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Na quarta-feira 6 Maio, recebi o Jaguar E-Type pontualmente às 9:00h, o Danilo me explicou todo o funcionamento da máquina, pegamos um mapa e fomos ao outlet “The Mall”.

mall
No meio do campo, com uma arquitetura primorosa, este outlet é um prazer de percorrer.
Neste dia percorremos cerca de 100km, principalmente na auto-estrada A1 Firenze-Roma.

é isso, por fernando stickel [ 10:14 ]

a explicação

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Até que enfim… a explicação!!
Dica do Boczon.

é isso, por fernando stickel [ 17:35 ]

jaguar e-type

jag
Pilotar o Jaguar E-Type S1 Roadster 1965 é uma experiência única.
Seu estilo é elegante, impactante, Enzo Ferrari descreveu-o como sendo “o mais lindo carro jamais feito”.
Sentado no cockpit, você “veste” o carro. Em frente à direção de madeira e o painel de instrumentos completo e charmoso, virei a chave de ignição e apertei o botão de partida, imediatamente o motor de seis cilindros em linha, 4,2 litros, três carburadores SU e 265 hp veio à vida, com seu delicioso ronco surdo.
Abrir a capota é extremamente simples, três presilhas, soltar e dobrar a lona para trás. Pronto.
Ao iniciar a marcha o enorme capô na sua frente se movimenta como uma lancha, é preciso cuidado no início, pois a frente do carro é mais longa do que parece.
O câmbio de quatro marchas é sincronizado, e a primeira faz o característico barulho de engrenagens.
O motor tem altíssimo torque em baixas rotações, então você acaba se acostumando a um estilo de guiar onde rápidamente você está em quarta marcha, e a partir de 1.000rpm o carro quase que “vai sozinho”.
Na auto-estrada fácilmente atinge os 140kph, com ampla potência de reserva, sua velocidade máxima é de 240kph.
Nas estradas secundárias e estreitas onde utilizei-o durante os três dias do rallye Chiantigiana Classica 2009, convidado pelo Credit Suisse, ele se comporta muito bem, mas não tem a sensação da estrada de kart de um Porsche, por exemplo.
Abrir o capô é um prazer à parte, o lindo motor se revela por inteiro, permitindo fácil acesso a tudo.

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Aluguei o carro pela internet, no site Drive in Style, tudo funcionou perfeitamente, a Claudia e o Danilo que me trouxeram e levaram o carro foram super simpáticos e atenciosos. Coisa do Primeiro Mundo!

é isso, por fernando stickel [ 16:40 ]

viver assim

naop
Não podemos viver assim…

é isso, por fernando stickel [ 12:41 ]

veneza, 1952

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Minha mãe e eu em Veneza, 1952. Lembro-me bem do relógio (atrás da cabeça da minha mãe) com personagens martelando um gigantesco sino.

é isso, por fernando stickel [ 12:15 ]

irmãos na neve

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Em algum lugar da Suíça, ou Áustria, 1952.
Eu com 4 anos, minha irmã Sylvia com 2 e minha irmã Ana Maria com 6 meses.

é isso, por fernando stickel [ 18:00 ]