{"id":37364,"date":"2021-08-04T09:38:49","date_gmt":"2021-08-04T12:38:49","guid":{"rendered":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/?p=37364"},"modified":"2021-08-04T14:14:01","modified_gmt":"2021-08-04T17:14:01","slug":"festival-faces-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/arte\/37364","title":{"rendered":"festival faces"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/uploads\/faces-final3.jpg\" alt=\"\" width=\"709\" height=\"431\" class=\"alignleft size-full wp-image-37365\" srcset=\"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/uploads\/faces-final3.jpg 709w, https:\/\/stickel.com.br\/atc\/uploads\/faces-final3-150x91.jpg 150w\" sizes=\"(max-width: 709px) 100vw, 709px\" \/><\/p>\n<p>Fique por dentro da programa\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/www.fundacaostickel.org.br\/faces\">FACES &#8211; Festival de Arte e Cultura Erico Stickel<\/a> que reunir\u00e1 Vik Muniz, Livio Tragtenberg, Jarid Arraes, Noemi Jaffe, Rodrigo Andrade e demais nomes da cena brasileira e internacional. Conhe\u00e7a todos aqui!<\/p>\n<p>O Faces ocorrer\u00e1 em agosto nos dias 11, 12, 13, 18, 19 e 20 \u2013 reunir\u00e1 destacados nomes das letras, da m\u00fasica e das artes visuais em debates sobre variados e contundentes temas da atualidade. Confira aqui abaixo a programa\u00e7\u00e3o do FACES, que \u00e9 organizado pela <a href=\"https:\/\/www.fundacaostickel.org.br\/\">Funda\u00e7\u00e3o Stickel<\/a> e conta com a curadoria de Agnaldo Farias e dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Fernando Stickel. A transmiss\u00e3o gratuita e aberta e todos ser\u00e1 pelo <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCtnHB1bju45Pl5t8sUo7WWw\">Canal YouTube<\/a> da Funda\u00e7\u00e3o Stickel.<\/p>\n<p><strong>11\/08 \u2013 19h \u2013 Abertura<\/strong><br \/>\nA mesa redonda debater\u00e1 o papel transformador da arte, as repercuss\u00f5es na cultura e na sociedade que o conv\u00edvio com a arte potencializa. A pauta passar\u00e1 tamb\u00e9m sobre como aliar trabalho art\u00edstico autoral ao trabalho de inclus\u00e3o social e representatividade.  A conversa ser\u00e1 entre Vik Muniz e Viviane Ferreira, com media\u00e7\u00e3o do professor e curador Agnaldo Farias. <\/p>\n<p>Sobre os participantes:<br \/>\n<strong>Vik Muniz <\/strong>(S\u00e3o Paulo, 1961) vive e trabalha em Nova York e no Rio de Janeiro. Seu trabalho est\u00e1 pre-sente em grandes museus de arte, tais como: J. Paul Getty Museum, MoMA, Masp e Victoria and Al-bert Museum. Muniz tamb\u00e9m est\u00e1 envolvido em projetos sociais e educacionais realizados tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. O document\u00e1rio que retrata o seu trabalho, intitulado \u201cLixo extraor-din\u00e1rio\u201d, foi indicado ao Oscar de melhor document\u00e1rio e ganhou o pr\u00eamio do p\u00fablico no Festival de Sundance na categoria melhor filme. Em 2011, foi nomeado pela Unesco embaixador da boa vontade. Em 2013, recebeu o Crystal Award do World Economic Forum. Em 2014, iniciou a constru\u00e7\u00e3o da Escola Vidigal, com arte e tecnologia voltadas \u00e0s crian\u00e7as da comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro. Em 2015, foi convidado pela Gates Foundation para fazer parte do projeto global \u201cA arte de salvar vidas\u201d com sua s\u00e9rie \u201cColonies\u201d.<\/p>\n<p><strong>Viviane Ferreira<\/strong> (Salvador, 1985) \u00e9 mestra em Pol\u00edticas de Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura pela Universidade de Bras\u00edlia. Dirigiu e foi roteirista do filme \u201cUm dia com Jerusa\u201d (2020). Entre 2016 e 2021, presidiu a APAN \u2013 Associa\u00e7\u00e3o de Profissionais do Audiovisual Negro. Fundou a produtora Odun Filmes, al\u00e9m das plataformas Raio Agency e a Todesplay, sendo esta \u00faltima de streaming. Atualmente \u00e9 presidente da SPCINE e professora da cadeira de dire\u00e7\u00e3o do curso de cinema e audiovisual da ESPM-SP.<\/p>\n<p><strong>12\/08 \u2013 19h \u2013 Chamada Geral: O lugar da arte<\/strong><br \/>\nEsse encontro ser\u00e1 feito para realizar uma troca direta entre o p\u00fablico e integrantes da Funda\u00e7\u00e3o Sti-ckel. A conversa ser\u00e1 sobre poss\u00edveis deslocamentos da arte em rela\u00e7\u00e3o ao exclusivismo de seus circui-tos hegem\u00f4nicos, em especial quando busca colocar-se como ponte para contextos de produ\u00e7\u00e3o art\u00eds-tica dificultada, por\u00e9m rica, diversa e latente. A conversa ser\u00e1 entre Jo\u00e3o Angelini e Rodrigo Andrade, com media\u00e7\u00e3o do professor e curador Agnaldo Farias.<\/p>\n<p>Sobre os participantes:<br \/>\n<strong>Jo\u00e3o Angelini<\/strong> (Planaltina, 1980) \u00e9 artista pl\u00e1stico e pesquisador. Foi membro do Grupo EmpreZa, de Goi\u00e2nia, de 2008 a 2018, per\u00edodo durante o qual realizou diversas resid\u00eancias nacionais e internacio-nais, discuss\u00f5es, produ\u00e7\u00f5es coletivas e participou de uma s\u00e9rie de eventos expressivos, como as mos-tras Caos e Efeito (2011), Eu Como Voc\u00ea (MAR \u2013 2014), Terra Comunal, Marina Abramovic (2015), Pr\u00ea-mio Marcant\u00f4nio Vila\u00e7a (premiados 2015) e Dark Mofo (Tasm\u00e2nia \u2013 2016). Recebeu diversos pr\u00eamios desde 2005: Pr\u00eamio Nacional Sesc ConVida 2020, Arte como Respiro \u2013 Ita\u00fa Cultural 2020, Novas Efer-vesc\u00eancias \u2013 E.C. Porto Seguros (SP) 2019, finalista do CNI \u2013 Marcantonio Vila\u00e7a 2017, no Rumos do Ita\u00fa Cultural (2014, 2009 e 2006), Bolsa Funarte de Produ\u00e7\u00e3o (2011) e Anima Mundi (2009). <\/p>\n<p><strong>Rodrigo Andrade<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 1962) \u00e9 artista pl\u00e1stico.  Come\u00e7ou sua carreira no in\u00edcio dos anos 80, com o grupo Casa7, e participou da 18\u00aa Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo, em 1985. Desde 2010 \u00e9 repre-sentado pela Galeria Millan. Entre suas principais obras e exposi\u00e7\u00f5es est\u00e3o &#8220;Lanches Alvorada&#8221;, 2001; &#8220;Paredes da Caixa&#8221; (2006); \u201c\u00d3leo sobre acervo da Pinacoteca&#8221; (2010), &#8220;Mat\u00e9ria Noturna&#8221;, na Bienal Internacional de S\u00e3o Paulo de 2010; &#8220;Pintura e Mat\u00e9ria \u2013 1983-2014\u201d, retrospectiva na Esta\u00e7\u00e3o Pina-coteca de S\u00e3o Paulo. Publicou tamb\u00e9m: &#8220;Rodrigo Andrade&#8221; (Cosac Naify, 2008); &#8220;Resistencia da Mat\u00e9-ria&#8221; (Cobog\u00f3, 2014); &#8220;Pintura e mat\u00e9ria \u2013 1983-2014&#8221; (Pinacoteca de S\u00e3o Paulo, 2017).<\/p>\n<p><strong>13\/08 \u2013 19h \u2013 Som, imagem e a Cidade<\/strong><br \/>\nHomenageando o m\u00fasico Livio Tragtenberg, a conversa ser\u00e1 sobre a versatilidade de sua obra, que frequentemente salienta a concep\u00e7\u00e3o de cidade como laborat\u00f3rio coletivo de cria\u00e7\u00e3o e incorpora tra\u00e7os da saud\u00e1vel cacofonia do conv\u00edvio urbano. Eliane Caff\u00e9, Tuca Vieira e Livio Tragtenberg partici-pam desse encontro sobre vis\u00f5es, linguagens e experi\u00eancias com a cidade que se complementam e se real\u00e7am. A media\u00e7\u00e3o ser\u00e1 da curadora e pesquisadora Priscyla Gomes.<\/p>\n<p>Sobre os participantes:<br \/>\n<strong>Livio Tragtenberg <\/strong>(S\u00e3o Paulo, 1961) \u00e9 compositor, escritor, produtor musical e diretor de espet\u00e1culos multim\u00eddia. Recebeu bolsas de composi\u00e7\u00e3o de VITAE e Guggenheim Foundation. Comp\u00f5e para cinema, v\u00eddeo, teatro, dan\u00e7a e instala\u00e7\u00f5es sonoras. Em 2017, fundou a Sound Bridges Experience em Frankfurt, Alemanha, reunindo m\u00fasicos refugiados de pa\u00edses como Afeganist\u00e3o, S\u00edria, Eritreia, entre outros. Criou a Orquestra de M\u00fasicos das Ruas de S\u00e3o Paulo (cujo CD \u201cNeuropolis\u201d foi lan\u00e7ado pelo Selo SESC), a Nervous City Orchestra em Miami, a Berliner Strassenmusiker Orchester em Berlim e a Orquestra Me-diterr\u00e2nea. \u00c9 autor de diversos livros e coordena a Cole\u00e7\u00e3o Signos\/M\u00fasica da Editora Perspectiva. <\/p>\n<p><strong>Tuca Vieira<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 1974) \u00e9 mestre e doutorando em Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP). Fot\u00f3gra-fo profissional desde 1991, trabalhou no jornal Folha de S. Paulo, entre outros ve\u00edculos. Professor co-laborador na Escola da Cidade de Arquitetura e Urbanismo, recebeu diversos pr\u00eamios e participou de exposi\u00e7\u00f5es no Brasil e no exterior. \u00c9 autor dos livros \u201cSalto no Escuro \u2013 leituras do espa\u00e7o contempo-r\u00e2neo\u201d (Hedra\/N-1, 2021) e \u201cAtlas Fotogr\u00e1fico da Cidade de S\u00e3o Paulo e Arredores\u201d (Museu da Cidade de S\u00e3o Paulo, 2020).<\/p>\n<p><strong>Eliane Caff\u00e9<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 1961) \u00e9 cineasta formada em psicologia pela PUC-SP e em cinema na \u201cEscola Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Ba\u00f1os\u201d, em Cuba, e mestre pelo \u201cInstituto de Est\u00e9ti-ca e das Artes\u201d da Universidade Aut\u00f4noma de Madrid. Iniciou sua carreira de cineasta com os curtas \u201cO nariz\u201d, \u201cArabesco\u201d e \u201cCaligrama\u201d, premiados no Brasil e em festivais internacionais. Na \u00e1rea de v\u00eddeo e TV realizou a micross\u00e9rie \u201cO Louco dos Viadutos\u201d (TV Cultura\/ 2009), al\u00e9m de document\u00e1rios experi-mentais \u201cMil\u00e1grimas por N\u00f3s\u201d e \u201cC\u00e9u sem Eternidade\u201d. Paralelamente, coordena oficinas de audiovi-sual em diferentes zonas de conflito em S\u00e3o Paulo e interior do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Priscyla Gomes <\/strong>\u00e9 curadora e pesquisadora brasileira. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP, \u00e9 mestre em Teoria e Hist\u00f3ria das Artes pela USP. Atualmente, cursa seu doutorado na FAU-USP e, concomitantemente, uma especializa\u00e7\u00e3o em Arte e Filosofia na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica. \u00c9 curadora-s\u00eanior do Instituto Tomie Ohtake e integra seu N\u00facleo de Pesquisa e Curadoria, desde 2013. Foi tamb\u00e9m j\u00fari do Pr\u00eamio de Arquitetura do Instituto Tomie Ohtake, da 2\u00aa a 6\u00aa edi\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de j\u00fari e respons\u00e1vel pela concep\u00e7\u00e3o do Pr\u00eamio de Design da institui\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>18\/08 \u2013 19h \u2013 Tecnologias da Descompress\u00e3o<\/strong><br \/>\nHomenageando o fot\u00f3grafo franc\u00eas Vincent Rosenblatt, radicado no Rio de Janeiro desde 2002, a con-versa ser\u00e1 sobre as manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas que, com base no experimento sonoro, espacial, sensorial, levantam-se em resist\u00eancia por meio de sagazes apropria\u00e7\u00f5es da tecnologia, da cultura da gambiarra, da reinven\u00e7\u00e3o de modos de viver: uma descompress\u00e3o, no sentido de libera\u00e7\u00e3o corporal, de expans\u00e3o dos sentidos, do que escapa \u00e0 conting\u00eancia e ao controle. Iasmin Turbininha, Vivian Caccuri, Daniel Murgel e Vincent Rosenblatt participam desse encontro sobre experi\u00eancias criativas em \u00e1reas diversas que t\u00eam na energia dos sistemas de som, no emprego renovado de softwares de edi\u00e7\u00e3o, nos achados da autoconstru\u00e7\u00e3o popular, em suma, na ginga, sua inspira\u00e7\u00e3o. Media\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de GG Albuquerque.<\/p>\n<p>Sobre os participantes:<br \/>\n<strong>Vincent Rosenblatt<\/strong> (Paris, 1972) vive e trabalha no Rio de Janeiro desde 2002. Estudou hist\u00f3ria e an-tropologia na Sorbonne e fotografia na \u00c9cole Nationale des Beaux-Arts em 1997. Conheceu o Brasil em interc\u00e2mbio com bolsa de estudos da Collin-Lefranc, que o levou \u00e0 FAAP, em S\u00e3o Paulo, de 1999 a 2000. Dedicou seus \u00faltimos 15 anos de carreira ao registro da vida noturna das favelas e periferias da cidade. Sua s\u00e9rie \u201cRio Night Fever\u201d \u00e9 uma ode \u00e0 cultura funkeira. Suas obras foram expostas na Maison Europ\u00e9enne de la Photographie, CAHO (Centro de Arte H\u00e9lio Oiticica), Centre d\u2019Art et de Cr\u00e9ation Photographique \u2013 Vila P\u00e9rochon de Niort, Masp, entre outros. Seu trabalho j\u00e1 foi publicado pelo New York Times (Lens), National Geographic, Le Monde, Gente di Fotografia, GUP, Dummy, I-D, Lib\u00e9ration, Courrier International, Dagens N\u00e6ringsliv, Repubblica Delle Donne, Trax mag, Afisha-Mir, entre ou-tros. <\/p>\n<p><strong>Iasmin Turbininha<\/strong> (Rio de Janeiro) \u00e9 DJ de funk, produtora musical, mixadora e montadora do funk. \u00c9 considerada a principal DJ mulher do funk, com importante destaque para o espraiamento da sua ver-tente em 150 batidas por minuto.<\/p>\n<p><strong>Daniel Murgel<\/strong> (Niter\u00f3i, 1981) \u00e9 artista pl\u00e1stico e estuda Belas Artes UFRJ. J\u00e1 teve exposi\u00e7\u00f5es individu-ais no Centro Cultural do Banco do Nordeste (Cariri, 2010), na Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco (Recife, 2009) e nas galerias Laura Marsiaj Arte Contempor\u00e2nea e Mercedes Viegas (Rio de Janeiro 2010 e 2008). Entre as exposi\u00e7\u00f5es coletivas destacam-se: \u201cAbotoados pela Manga\u201d (S\u00e3o Paulo, 2010), \u201cNovas aquisi\u00e7\u00f5es de Gilberto Chateaubriand\u201d (MAM-RJ, 2010), \u201cArte in Loco\u201d (FUNCEB, Buenos Aires, 2009), \u201cDesenho em todos os sentidos\u201d (SESC-RJ, 2008) e \u201cMuseu Vazio\u201d (MAC-Niter\u00f3i, 2007).<\/p>\n<p><strong>Vivian Caccuri<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 1986) \u00e9 artista pl\u00e1stica e produtora musical. Mestre em Estudos do Som Musical pela UFRJ, \u00e9 autora do livro &#8220;O que fa\u00e7o \u00e9 m\u00fasica&#8221; (7 letras, 2013) e \u00e9 interessada em sons e g\u00eaneros musicais que normalmente s\u00e3o colocados como indesejados ou subservientes a outras estru-turas. Pesquisando a repress\u00e3o pol\u00edtica e policial contra os soundsystems no Brasil, os sons dos mosqui-tos ou as origens do tri\u00e2ngulo (usado no forr\u00f3), Vivian procura reconfigurar a percep\u00e7\u00e3o invertendo pap\u00e9is tradicionais e comportamentos normatizados na m\u00fasica e na escuta.<\/p>\n<p><strong>GG Albuquerque <\/strong>\u00e9 jornalista e doutorando em Est\u00e9ticas e Culturas da Imagem e do Som pela UFPE. Escreve o blog Volume Morto e \u00e9 cofundador do Embrazado, portal jornal\u00edstico e podcast dedicados \u00e0s culturas musicais das periferias brasileiras.<\/p>\n<p><strong>19\/08 \u2013 19h \u2013 Circula\u00e7\u00e3o e poesia<\/strong><br \/>\nHomenageando o artista espanhol Adolfo Montejo Navas, a conversa ser\u00e1 em torno de um mesmo elemento aglutinador da sua produ\u00e7\u00e3o, mesmo quando s\u00e3o desenhos, pinturas, objetos ou curadoria: a palavra. Jarid Arraes e Noemi Jaffe participam desse encontro sobre as portas de entrada para a litera-tura, sobre como o solit\u00e1rio ato da leitura pode tamb\u00e9m se dar em comunidade e, finalmente, sobre como essa comunidade de leitores pode tornar-se, tamb\u00e9m, uma comunidade de escritores. A media-\u00e7\u00e3o ser\u00e1 professor e curador Agnaldo Farias.<\/p>\n<p>Sobre os participantes:<br \/>\n<strong>Adolfo Montejo Navas<\/strong> (Madrid, 1954), mora no Brasil h\u00e1 mais de 28 anos. \u00c9 poeta, cr\u00edtico, curador independente, escritor e artista visual. Colaborador de diversas publica\u00e7\u00f5es culturais da Espanha (El Urogallo, Con E\u00f1e, Am\u00e9n, El Ciervo, El Bast\u00f3n Blanco, RevistAtl\u00e1ntica de poesia, Exit, Revista de Occi-dente, Revista de Cultura Brasile\u00f1a); de Portugal (A PHALA); do Brasil (Palavra, Cult, Inimigo Rumor, Suplemento Liter\u00e1rio de Minas, Veredas, Et cetera, Bravo, Mais!, Nossa Am\u00e9rica, Arte Brasileiros, As partes, ZUM, ABCA, Wish, Poesia Visual, Guia da Folha) e da Am\u00e9rica Latina (Art Nexus, Arte al d\u00eda). Atualmente, faz parte do conselho da revista Pomares, da Funda\u00e7\u00e3o Vera Chaves Barcellos (Porto Ale-gre) e da Pomares, da editora Dobradura (S\u00e3o Paulo), assim como \u00e9 um dos colaboradores eventuais, dos jornais El Pa\u00eds Brasil e Folha de S. Paulo. <\/p>\n<p><strong>Jarid Arraes<\/strong> (Cariri, 1991) \u00e9 escritora, cordelista, contista e poeta. Escreveu diversos livros, entre eles: \u201cUm buraco com meu nome\u201d (Janda\u00edra, 2018), \u201cAs lendas de Dandara\u201d (Cultura, 2016), \u201cHero\u00ednas ne-gras brasileiras\u201d (Seguinte, 2020) e \u201cRedemoinho em dia quente\u201d (Alfaguara, 2019). Atualmente vive em S\u00e3o Paulo, onde criou o Clube da Escrita Para Mulheres. \u00c9 tamb\u00e9m curadora do selo liter\u00e1rio Feri-na. <\/p>\n<p><strong>Noemi Jaffe<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 1962) \u00e9 escritora, professora de literatura e de escrita e cr\u00edtica liter\u00e1ria. Dou-torou-se em Literatura Brasileira pela USP. Publicou &#8220;O que os cegos est\u00e3o sonhando&#8221; (Editora 34, 2012), &#8220;A verdadeira hist\u00f3ria do alfabeto&#8221; (Companhia das Letras, 2012), vencedor do Pr\u00eamio Bras\u00edlia de Literatura em 2014, &#8220;Irisz: as orqu\u00eddeas\u201d (Companhia das Letras, 2015), &#8220;N\u00e3o est\u00e1 mais aqui quem falou&#8221;(Companhia das Letras, 2017), entre outros. Desde 2016, mant\u00e9m o Centro Cultural Liter\u00e1rio Escrevedeira, em parceria com Luciana Gerbovic e Jo\u00e3o Bandeira.<\/p>\n<p><strong>20\/08 \u2013 19h \u2013 Palestra de encerramento<\/strong><br \/>\nPara analisar as mesas do FACES e entender o impacto delas, o fil\u00f3sofo Peter P\u00e1l Pelbart conversa com Agnaldo Farias, curador do evento e tamb\u00e9m da Funda\u00e7\u00e3o Stickel.<\/p>\n<p>Sobre o participante:<br \/>\n<strong>Peter P\u00e1l Pelbart <\/strong>(Budapeste, 1956) \u00e9 professor titular de filosofia na PUC-SP.  \u00c9 coeditor da N-1 Edi-\u00e7\u00f5es. \u00c9 autor de \u201cO avesso do niilismo: cartografias do esgotamento\u201d (N-1, 2017), \u201cEnsaios do assom-bro\u201d (N-1, 2019) e \u201cUma baleia na montanha\u201d (N-1, 2021), entre outros. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fique por dentro da programa\u00e7\u00e3o do FACES &#8211; Festival de Arte e Cultura Erico Stickel que reunir\u00e1 Vik Muniz, Livio Tragtenberg, Jarid Arraes, Noemi Jaffe, Rodrigo Andrade e demais nomes da cena brasileira e internacional. 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