{"id":25141,"date":"2012-09-18T14:36:03","date_gmt":"2012-09-18T17:36:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/?p=25141"},"modified":"2013-07-18T18:04:16","modified_gmt":"2013-07-18T21:04:16","slug":"rouxinol-51-o-catalogo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/arte\/25141","title":{"rendered":"rouxinol 51, o cat\u00e1logo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/rou111.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/rou111.jpg\" alt=\"rou11\" width=\"588\" height=\"789\" class=\"alignleft size-full wp-image-27315\" \/><\/a><br \/>\nA capa do cat\u00e1logo<\/p>\n<p>Em 2005\/06 a Funda\u00e7\u00e3o Stickel dedicava-se ao projeto de implanta\u00e7\u00e3o, ao longo de tr\u00eas anos, de um \u201cCentro de Pesquisas sobre a Escola Brasil: e a Arte Contempor\u00e2nea Paulista\u201d, sob coordena\u00e7\u00e3o da Prof\u00aa Dr\u00aa Claudia Vallad\u00e3o de Mattos, constituindo um espa\u00e7o de refer\u00eancia sobre este tema, aberto ao p\u00fablico, com m\u00faltiplas atividades, inclusive banco de dados informatizado.<br \/>\nA Escola Brasil: fundada em 1970, pelos artistas Luiz Paulo Baravelli, Carlos Fajardo, Frederico Nasser e Jos\u00e9 Resende, funcionou como institui\u00e7\u00e3o de ensino entre 1970 e 1974 e op\u00f4s-se \u00e0s formas pedag\u00f3gicas tradicionais. Sua proposta de aprendizagem baseava-se na viv\u00eancia e na atividade art\u00edstica como experimenta\u00e7\u00e3o, apoiando-se fortemente no modelo de forma\u00e7\u00e3o recebido pelos seus fundadores na conviv\u00eancia com Wesley Duke Lee.<br \/>\nProcurando romper com as formas de ensino tradicionais, fundadas numa rela\u00e7\u00e3o autorit\u00e1ria entre professor e aluno, os quatro artistas organizaram a Escola, n\u00e3o em torno de um curr\u00edculo fixo e progressivo, mas em torno das personalidades de cada um dos fundadores. Os Ateli\u00eas tinham o nome de seus professores com a constante modifica\u00e7\u00e3o do conte\u00fado de acordo com a orienta\u00e7\u00e3o do professor.<\/p>\n<p>Este trabalho de pesquisa resultou na exposi\u00e7\u00e3o ROUXINOL 51 &#8211; UM OLHAR SOBRE A ESCOLA BRASIL: com a edi\u00e7\u00e3o de um cat\u00e1logo, com projeto gr\u00e1fico de Iris Di Ciommo e texto da Prof\u00aa Dr\u00aa Claudia Vallad\u00e3o de Mattos, a seguir:<\/p>\n<p><strong>\u201cArte \u00e9 muitas coisas\u201d:<br \/>\nsobre a Escola Brasil: e o ensino da arte contempor\u00e2nea<\/strong><\/p>\n<p>Prof. Dra. Claudia Vallad\u00e3o de Mattos<\/p>\n<p>Rouxinol 51. Nesse endere\u00e7o funcionou entre 1970 e 1974 a Escola Brasil:. Seus fundadores, os jovens artistas Baravelli, Fajardo, Nasser e Resende, possu\u00edam uma hist\u00f3ria comum de aprendizagem com Wesley Duke Lee, alguma experi\u00eancia como professor e o desejo de realizar uma revolu\u00e7\u00e3o no ensino das artes. De acordo com Baravelli, a id\u00e9ia inicial de fundar uma escola foi de Jos\u00e9 Resende e surgiu na \u00e9poca em que, ap\u00f3s terem sido \u2018diplomados\u2019 por Wesley, os quatro passaram a compartilhar um mesmo ateli\u00ea: \u201cUm dia ele falou: \u2018Olha, vamos l\u00e1 no bar pedir um chopp que eu preciso conversar uma coisa com voc\u00eas a\u00ed, quero fazer uma proposta.\u2019 \u2018Est\u00e1 bom, vamos l\u00e1\u2019. \u2018Vamos fazer uma escola.\u2019 \u2018Escola? Como? Quem? Como fazer uma escola?\u2019 \u2018Essa coisa que a gente est\u00e1 fazendo aqui, a gente pode expandir, aumentar e tal\u2019\u201d.<br \/>\nPouco depois, a experi\u00eancia de ateli\u00ea comum terminou, tendo cada um alugado seu pr\u00f3prio espa\u00e7o, mas a id\u00e9ia da escola permaneceu viva. Ainda de acordo com Baravelli, nos dois anos seguintes os quatro artistas passaram a fazer uma esp\u00e9cie de teste piloto do que poderia ser a escola, at\u00e9 finalmente decidirem de fato realiz\u00e1-la: \u201ct\u00ednhamos discuss\u00f5es cont\u00ednuas tentando dar corpo ao que seria o nosso ensino, o que seria a Escola Brasil:\u201d, lembra Fajardo.<br \/>\nClaro estava que o fundamento da escola deveria ser suas pr\u00f3prias experi\u00eancias como artistas. Mas que experi\u00eancia exatamente tinham esses quatro jovens no momento da funda\u00e7\u00e3o da Escola Brasil:? E por que tal experi\u00eancia exigia um novo projeto pedag\u00f3gico?<\/p>\n<p>Devemos lembrar que os quatro artistas come\u00e7aram suas carreiras durante um per\u00edodo especialmente significativo para a hist\u00f3ria da arte brasileira. A passagem dos anos 60 para os anos 70 foi marcada por grandes transforma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, econ\u00f4micas e sociais que alteraram significativamente o cen\u00e1rio das artes em S\u00e3o Paulo. Foram os anos da ditadura e da articula\u00e7\u00e3o de novas formas de resist\u00eancia e sobreviv\u00eancia cultural, mas tamb\u00e9m os anos do\u2018milagre econ\u00f4mico\u2019 que proporcionou as condi\u00e7\u00f5es para o surgimento da cultura de massas, para o nascimento de um mercado de arte, propriamente dito, e para uma internacionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Ampliaram-se, num espa\u00e7o relativamente curto de tempo, os horizontes tradicionais da arte, e ela passou a se caracterizar fundamentalmente por uma intensa experimenta\u00e7\u00e3o, tanto no que se refere aos materiais, quanto a conceitos. <\/p>\n<p>O conv\u00edvio com Wesley Duke Lee havia posto os quatro artistas, desde muito cedo, em contato direto com os debates sobre arte que se desenvolviam ent\u00e3o em S\u00e3o Paulo. As atividades do Grupo Rex, organizadas em torno da figura irreverente de Wesley, das quais participaram \u2018milagre econ\u00f4mico\u2019 que proporcionou as condi\u00e7\u00f5es para o surgimento da cultura de massas, para o nascimento de um mercado de arte, propriamente dito, e para uma internacionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica. Ampliaram-se, num espa\u00e7o relativamente Resende, Fajardo e Nasser, atualizavam o pensamento de Duchamp, questionando as formas geralmente aceitas de arte, denunciando a rela\u00e7\u00e3o entre arte e mercado e propondo novos modelos de atua\u00e7\u00e3o para o artista. No final da d\u00e9cada de 60 tamb\u00e9m se multiplicaram as oportunidades para dialogar com a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica internacional mais recente. Um dos espa\u00e7os privilegiados para isso eram as Bienais. A Bienal de 1967 trouxe uma mostra da arte Pop, por exemplo, e em 1969 uma exposi\u00e7\u00e3o de arte conceitual. O MAC-USP, sob a dire\u00e7\u00e3o de Walter Zanini, tamb\u00e9m tornou-se f\u00f3rum da nova arte no in\u00edcio dos anos 70, abrindo espa\u00e7o para exposi\u00e7\u00f5es de jovens artistas e valorizando uma produ\u00e7\u00e3o conceitual. <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/rou21.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/rou21.jpg\" alt=\"rou2\" width=\"709\" height=\"453\" class=\"alignleft size-full wp-image-27316\" \/><\/a><br \/>\nFajardo e Baravelli<\/p>\n<p>Os futuros fundadores da Escola Brasil: circulavam por estes espa\u00e7os e discutiam os novos rumos da arte. Nesse contexto, surgiu uma quest\u00e3o central: se a arte deixou de ser definida atrav\u00e9s de seus meios artesanais tradicionais (pintura, escultura, desenho, gravura) para ampliar-se e tornar-se \u201cmuitas coisas\u201d, para citar a defini\u00e7\u00e3o de arte que mais tarde nortearia as atividades da Escola Brasil:, as formas tradicionais de ensino da arte tamb\u00e9m deveriam mudar. Sabemos que o ensino tradicional das \u201cbelas artes\u201d organizara-se, ao longo de v\u00e1rios s\u00e9culos de tradi\u00e7\u00e3o, em torno dos g\u00eaneros tornou-se f\u00f3rum da nova arte no in\u00edcio dos anos 70, abrindo espa\u00e7o para exposi\u00e7\u00f5es de jovens artistas e valorizando uma produ\u00e7\u00e3o conceitual. Os futuros fundadores da Escola Brasil: circulavam por estes espa\u00e7os e discutiam os novos rumos da arte. Nesse art\u00edsticos que definiam o campo da arte ent\u00e3o. Assim, o aluno ingressando em uma institui\u00e7\u00e3o voltada para a forma\u00e7\u00e3o de artistas passaria por diversos ateli\u00eas onde as t\u00e9cnicas tradicionais vinculadas a cada um dos g\u00eaneros da arte eram transmitidas. Este c\u00e2none acad\u00eamico mantinha-se, paradoxalmente, ainda vivo na d\u00e9cada de 70 (e, diga-se de passagem, continua sendo adotado por muitas institui\u00e7\u00f5es de ensino de arte hoje), mesmo sendo totalmente incoerente com o novo modelo ampliado de arte que estava sendo adotado por uma nova gera\u00e7\u00e3o de artistas.<\/p>\n<p>Encontrar uma nova proposta de ensino que estivesse em sintonia com os novos modelos te\u00f3ricos contempor\u00e2neos que circunscreviam o campo das artes, tornou-se o desafio principal dos quatro artistas fundadores da Escola Brasil:. Esta tarefa realizou-se n\u00e3o sem muita discuss\u00e3o e experimenta\u00e7\u00e3o no decorrer dos anos em que funcionou a Escola. Se a Escola Brasil: deu alguma contribui\u00e7\u00e3o significativa para o campo das artes em S\u00e3o Paulo, foi atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o desse novo modelo pedag\u00f3gico. Um modelo que poder\u00edamos denominar de \u201cdid\u00e1tica do processo\u201d (por raz\u00f5es que ficaram claras a seguir) e que se mostrou mais coerente e em sintonia com uma defini\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea de arte. <\/p>\n<p>A apostila que definia os princ\u00edpios e objetivos da Escola Brasil: abria com as seguintes palavras que deixavam claro as inten\u00e7\u00f5es de seus autores: \u201cBrasil: n\u00e3o \u00e9 uma escola de arte no sentido usual. Nas escolas de arte, em geral, o que interessa primeiro s\u00e3o as mat\u00e9rias, o aprendizado \u2018te\u00f3rico\u2019. Elas est\u00e3o preocupadas com os resultados imediatos e com a especializa\u00e7\u00e3o, dando aos alunos um falso conhecimento art\u00edstico, fragmentando-o e reduzindo-o a modalidades acad\u00eamicas de express\u00e3o. Em Brasil: o mais importante \u00e9 o interesse do aluno e suas experi\u00eancias. A \u00eanfase est\u00e1 na experimenta\u00e7\u00e3o constante, na investiga\u00e7\u00e3o do processo criativo, no investigar durante o fazer, no conhecimento art\u00edstico como um todo.\u201d Concluindo: \u201cO processo de envolvimento do aluno durante o trabalho interessa mais do que o resultado final desse trabalho.\u201d<br \/>\nOs princ\u00edpios fundamentais expressos aqui valorizam o elemento conceitual (em sentido amplo) da arte, expresso atrav\u00e9s da id\u00e9ia de processo. A arte deixou de ser definida atrav\u00e9s de seus materiais intr\u00ednsecos para tornar-se reflex\u00e3o sobre a realidade, produzida por uma mente criativa e investigativa que lan\u00e7a m\u00e3o, para tanto, de qualquer tipo de material para expressar-se. <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/rou31.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/rou31.jpg\" alt=\"rou3\" width=\"709\" height=\"463\" class=\"alignleft size-full wp-image-27317\" \/><\/a><br \/>\nCr\u00e9ditos das imagens do cat\u00e1logo<\/p>\n<p>A estrutura do curso da Escola Brasil: espelhava esta concep\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea de arte. Ao inv\u00e9s de organizar a Escola por ateli\u00eas ligados a diferentes meios: pintura, gravura, escultura, etc., Baravelli, Fajardo, Nasser e Resende optaram por distribuir as aulas em quatro ateli\u00eas, cada um vinculado a um deles. Nesses ateli\u00eas ocorriam atividades as mais diversas, visando estimular a criatividade e a capacidade discursiva do aluno. \u201cA minha id\u00e9ia era fazer perceber que a arte \u00e9 uma linguagem que opera em todos os n\u00edveis\u201d, recordaria Frederico Nasser em um depoimento para a revista Arte em S\u00e3o Paulo, em 1984.<br \/>\nAprender a operar com essa linguagem seria o objetivo primeiro do curso. A apostila Brasil: descreve alguns dos exerc\u00edcios idealizados para cada ateli\u00ea. Fajardo, por exemplo, propunha diferentes temas e pedia para que os alunos se manifestassem. Remontar um texto de James Joyce, criar uma topografia com massa de modelagem, ou trabalhar a partir do I-Ching, eram algumas das atividades propostas. J\u00e1 o Jos\u00e9 Resende priorizava a quest\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o aluno\/espa\u00e7o, desenvolvendo atividades como caminhar pela escola com um rolo de barbante, ou realizar uma interven\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o, acendendo e apagando as luzes. Tais investiga\u00e7\u00f5es sobre o espa\u00e7o ocorriam tamb\u00e9m fora da sala de aula, em exerc\u00edcios denominados \u201catividades de percurso\u201d, onde os alunos sa\u00edam para explorar a malha urbana da cidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>O conceito ampliado de arte que embasava a pedagogia da Escola Brasil: permitiu ainda a amplia\u00e7\u00e3o do \u00e2mbito de forma\u00e7\u00e3o do aluno. Aprender a operar de forma criativa com a linguagem das artes pl\u00e1sticas poderia n\u00e3o s\u00f3 ajudar na forma\u00e7\u00e3o de um artista, mas tamb\u00e9m de outros agentes culturais, como galeristas, diretores de museus, etc.<br \/>\nA heran\u00e7a duchampiana que marcava o modelo de arte adotado pelo fundadores da Escola alertava para a impossibilidade de compreender a arte fora de seus circuitos e este princ\u00edpio era levado a s\u00e9rio. Assim, a Escola Brasil: ajudou a formar alguns galeristas, como Luisa Strina e Regina Boni, designers e outros profissionais vinculados ao campo das artes que, como vimos, se expandia em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Um olhar retrospectivo sobre as atividades da Escola Brasil: nos anos de sua atua\u00e7\u00e3o talvez nos permita consider\u00e1-la como a primeira escola de arte verdadeiramente contempor\u00e2nea em S\u00e3o Paulo. A presente exposi\u00e7\u00e3o que traz uma s\u00e9rie in\u00e9dita de fotografias tiradas durante os anos de funcionamento da Escola, acompanhada de trabalhos dos alunos realizados na \u00e9poca, configura-se como uma tentativa de reconstruir o cotidiano da escola e com ele ressaltar a originalidade do projeto pedag\u00f3gico desenvolvido ali.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/rou41.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/rou41.jpg\" alt=\"rou4\" width=\"709\" height=\"460\" class=\"alignleft size-full wp-image-27318\" \/><\/a><br \/>\nPlaca da Av. Rouxinol em Moema, S\u00e3o Paulo, onde se localizava a Escola Brasil:<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A capa do cat\u00e1logo Em 2005\/06 a Funda\u00e7\u00e3o Stickel dedicava-se ao projeto de implanta\u00e7\u00e3o, ao longo de tr\u00eas anos, de um \u201cCentro de Pesquisas sobre a Escola Brasil: e a Arte Contempor\u00e2nea Paulista\u201d, sob coordena\u00e7\u00e3o da Prof\u00aa Dr\u00aa Claudia Vallad\u00e3o de Mattos, constituindo um espa\u00e7o de refer\u00eancia sobre este tema, aberto ao p\u00fablico, com m\u00faltiplas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[10,4],"tags":[1060,336,377,203,835,378,1276,15,691],"acf_quotes":[],"reactions":{"like":0,"heart":0,"laugh":0,"wow":0,"sad":0,"clap":0,"fire":0},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25141"}],"collection":[{"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25141"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25141\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25150,"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25141\/revisions\/25150"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25141"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25141"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25141"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}