{"id":13837,"date":"2009-11-06T10:22:56","date_gmt":"2009-11-06T12:22:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/?p=13837"},"modified":"2009-11-06T10:27:09","modified_gmt":"2009-11-06T12:27:09","slug":"seguranca-no-transito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/stickel.com.br\/atc\/coisas\/13837","title":{"rendered":"seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/uploads\/motorista.1.jpg\" alt=\"motorista.\" title=\"motorista.\" width=\"331\" height=\"482\" class=\"alignleft size-full wp-image-13836\" \/><br \/>\nSobre seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito &#8211; Seis anos depois.<\/p>\n<p>Respondi ao coment\u00e1rio da minha leitora Tania neste <a href=\"https:\/\/www.stickel.com.br\/atc\/cidade\/2228\">post de 2003<\/a> assim:  <\/p>\n<p>Tania, pelo seu e-mail d\u00e1 para entender que voc\u00ea trabalha na CET &#8211; RJ.<br \/>\nVou me estender um pouco mais na minha resposta, acredito que possa assim contribuir para a melhoria do nosso tr\u00e2nsito.<br \/>\nSou um daqueles &#8220;moleques&#8221; que aos 13 anos de idade j\u00e1 era &#8220;tarado&#8221; para guiar carro, motocicleta, carrinho de rolem\u00e2, qualquer coisa com rodas. Aprendi a guiar com meu pai em uma Rural Wyllis c\u00e2mbio &#8220;seco&#8221;.<br \/>\nSempre guiei bem, tirei a carta, e nestes anos todos (estou com 61 anos) me envolvi em meia d\u00fazia de acidentes sem gravidade, o mais grave foi um capotamento na Rio-Bahia em 1969, sem o envolvimento de outro ve\u00edculo.<br \/>\nHavia passado o carnaval em Salvador, com um amigo, e na volta eu guiava meu Fusca 68 na Rio-Bahia sob uma garoa fina, a cerca de 80 km\/h, quando vi uma mancha lisa, brilhante no asfalto, logo \u00e0 minha frente.?N\u00e3o teve jeito, derrapei parra direita, corrigi, sambei pro outro lado, atingi o ombro da estrada e capotamos barranco abaixo.?Eu cortei o superc\u00edlio e o meu amigo, quando saiu do carro e subia o barranco, cortou o joelho.<br \/>\n<strong>Deste acidente ficou gravado na minha mente o &#8220;filme&#8221;, ou seja, a sequ\u00eancia exata de eventos que levaram ao acidente e finalmente os barulhos e o caos resultante.<\/strong><br \/>\nEm todos os outros acidentes, quase sempre em baixa velocidade e em \u00e1rea urbana, o fator preponderante foi a distra\u00e7\u00e3o, bater no carro da frente, acertar a coluna da garagem, etc&#8230; Houve tamb\u00e9m o fator ousadia, achar que d\u00e1 para passar e dar aquela &#8220;ralada&#8221;&#8230;<br \/>\nRevendo os &#8220;filmes&#8221;, comecei a pensar no desgaste, tanto emocional quanto pr\u00e1tico, financeiro, que cada um destes acidentes gera, o contato com o outro motorista, troca de cart\u00f5es, acionar o seguro, a oficina, ficar sem o carro, etc&#8230; etc&#8230;<br \/>\nJ\u00e1 faz muitos anos que n\u00e3o me envolvo em nenhum tipo de acidente, ando forte na estrada, sei faz\u00ea-lo muito bem, mas n\u00e3o tomo riscos desnecess\u00e1rios. Fiz um curso de pilotagem, participo de rallyes de carros cl\u00e1ssicos no Brasil e no exterior, sou ciclista e motociclista. No meu blog voc\u00ea pode verificar relatos de todas estas atividades.<br \/>\nPosso garantir que meu principal recurso para n\u00e3o me envolver mais em acidentes \u00e9 &#8220;fazer o filme&#8221;.<br \/>\nEstou permanentemente projetando na minha mente o desenrolar das minhas a\u00e7\u00f5es no tr\u00e2nsito, e suas poss\u00edveis consequ\u00eancias, o que me propele a ficar atento, tirar o p\u00e9 do acelerador, etc&#8230;\u00e9 o medo daquele barulho da capotagem que ficou indelevelmente gravado na minha mem\u00f3ria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sobre seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito &#8211; Seis anos depois. Respondi ao coment\u00e1rio da minha leitora Tania neste post de 2003 assim: Tania, pelo seu e-mail d\u00e1 para entender que voc\u00ea trabalha na CET &#8211; RJ. 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